Patrulha da Fronteira

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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Phobos em Sab Maio 18, 2013 8:54 pm

Luki Seixas escreveu:Eu tinha chegado pra mais um dia na enfrermaria quando paulo falou:
-Hoje vai haver uma pequena mudança , voce terá que ir a fronteira patrulhar , ha patrulhadores feridos , em compensação voce ganhará um salario de um deles , entendeu ?
E eu falei:
-Entendi.
Logo depois eu fui pra fronteira , para poder vigiar um pouco aquele troço ridiculo, não teria que fazer nada , afinal é só ficar andando pra frente e pra tras pela fronteira , então comecei a fazer meu "trabalinho"
Quando ai de repente , eu vi um sedan preto muito luxuoso que parou na minha frente , com as luzes ligadas na minha cara.
As portas se abriram , eram lotus eaters querendo invadir o acampamento
-Desniformados.
Falei , logo depois eu comecei a atirar com a pistola de dardos tranquilizantes no carro , e começaram a cair um por um , quando chegou no 5a cara a munição tinha acabado
Saquei minha espada Sincelo e fui cortar as pernas dele , mais ele se defendeu com uma ... espingarda ? e começou a atirar em mim
E eu me desviei dos tiros , e pulei pra debaixo do carro , e me segurei lá embaixo , o lotus eater começou a me procurar um pouco , quando tinha certeza de que eu não estava lá ele entrou denovo no carro e entrou no acampamento.
Ele foi direto pra o chalé de eolo , e bateu com o carro lá no chalé , e quando estava todo detonado o chalé ele desceu e começou a judiar das harpias , corri até ele e ele me percebeu , começou a atirar com a AK-47 , levei 4 tiros mais desviei do resto , nada grave , pulei pra cima dele e cortei a garganta dele , e pedi pra harpia cuidar do corpo , ela disse que sim e começou a come-lo , logo depois fui ver o que aconteceu lá
O chalé de Eolo estava com a parede arrasada e com um monte de crianças feridas , levei-os pro chalé de Quione , e comecei a cuidar dos ferimentos deles , pus um pano umido na cabeça de cada um e os deixei pra dormir , voltei ao chalé de Éolo e vi uma coisa: O chalé estava inteiro , tirando o fato que há a parede da direita que está no chão , e no lugar dela um carro.
No dia seguinte fui acertar minhas contas com os filhos de Quione , pedi pros filhos de Atena projetar uma casa nova pra eles e os filhos de Hefesto e Ares construirem , isso é , pedi pra Miranda pedir , senão não me escutariam , e eu chamei meu robo pra poder tirar o carro dali.
Eu disse pro meu robo tacar o carro em algum lugar que não encomodasse ninguem , e ele jogou em cima do chalé de Hera , afinal , ninguem entra lá ha um boom tempo , então não notariam ...
Fui até a enfermaria pro Paulo me dar o pagamento pela patrulha da fronteira.
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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Phobos em Sab Maio 18, 2013 8:55 pm

Finkes escreveu:
Após tantos meses no acampamento, e eu nem sequer prestara um serviço ao acampamento, já estava mais que na hora se ser útil.

( ... )

A manhã fria e calada no chalé de Tânatos me impedia cada vez mais de me levantar da cama. Felizmente, o despertador soara pelo local, fazendo eu dar um sobre-salto sobre a cama. Os olhos enrugados e o cabelo desgrenhado, me pus a levantar e fazer minha Higiene pessoal.

Em seguida, pus minhas vestimentas ( Camisa do acampamento, calça jeans preta e Mad bull cinza ) e segui em direção ao pavilhão do refeitório.

( ... )

Tomara meu cafe matinal, e decidirá a prestar alguns serviços pelas fronteiras mágicas do acampamento.

Me dirigi a fronteira do lado Sul.

Lá pude encontrar alguns filhos de Ares fazendo patrulhas, e outros, filhos de Apolo, agachados dentre os galhos das árvores. Decidi perguntar oque era mais necessitável para mim naquela hora da manhã.

- É melhor você fazer guarda no lado leste das fronteiras, estão precisando de mais campistas lá ! - responderá minha pergunta, um dos filhos de Ares.

( ... )

Cheguei no local, e ele estava certo, pela aquela hora da manhã apenas um garotinho, de aproximadamente 12 ( doze ) anos. Me aproximei dele e perguntei:

- Precisa de alguma ajuda ?

Ele se virou, com seus olhinhos azuis reluzentes contra o sol:

- Eu bem que aceito !

( ... )

Passou-se o tempo, e eu descobrirá que o garotinho era filho de Atena. Seu nome era Bryan. Eu achara que a patrulha da fronteira era mais agitada, entretanto, passara duas horas sentado e nada de batalhas, ou o soar de espadas guinchando umas nas outras.

Até que ...

- Bluuft ! Plaaaft ! Cluuuft ! - o estrondoso barulho soara pelas fronteiras do lado leste.

- Que barulho foi esse ? - perguntou Bryan.

- Não sei mas fique ai ! - mandei.

Averiguei o local, e nada, exceto ... - Seu pescoço era uma massa de músculos e pelos que levavam á enorme cabeça, tinha um focinho tão comprido quanto meu braço, narinas ranhentas com um reluzente anel de bronze, olhos pretos cruéis, e enormes chifres pontiagudos que tinham forma de um S ondulado - era um Minotauro.

Estava batendo com seu chifre contra a fronteira mágica, se a mesma não fosse tão resistente quanto eu saberá, o animal já podia ter feito enorme estrago pelo acampamento.

- Ei, você, bicho feio ... - gritei - Pare com isso, agora !

Entretanto, ele não me ouvirá, e agora começara a bater com muita mais força. Pus meus óculos, que agora se transformava em uma armadura ( De ferro estigio ) junto de minha mão direita, minha foice dupla.

Avancei contra o mesmo, já dando um sobre-salto, abrindo minhas asas negras, e dando um chute na cara do Minotauro. Seu corpo de 500Kg rolara sobre a terra preta, parando somente, ao bater de costas sobre uma árvore. Agora, estava mais que irritado, e sim furioso, se levantou, e com seus chifres em prontidão, correu contra mim. Seus chifres passaram como um mosquito atormentando meus ouvidos na hora de dormir.

Bateu com sua cabeça tão forte na fronteira mágica, que cambaleou para o lado. Aproveitei o momento e investi contra ele, porém, seus ouvidos estavam mais aguçados do que eu imaginara. Fechou os punhos e batera contra mim. Voara aproximadamente 5 metros de distância.

- Arghh, animal incrédulo ! - arquejei, me reerguendo.

Ambos corremos na direção um do outro, entretanto, na hora certa, me pus a voar, fazendo um U sobre o minotauro e o atacando pelas costas.

Enfiara ambas as lâminas da foice sobre suas costas, que agora fazia o sangue do minotauro joar sobre minha blusa. Retirei a mesma dali, percebi que o estrago daquela arma era enorme, pois eu apenas a testará em bonecos de palha.

O rosnar do animal ecoara por toda a fronteira, naquela hora, algum campista iria de vir me ajudar. Dei um pulo para trás, junto de minha foice em mãos. O animal cairá com todo comprimento sobre a terra preta, parecia estar morto.

Fitei o animal, cara-a-cara com ele, e avisei:

- Nunca mais se meta com um filho de Tâ ... - Mas um grito, estilo super sônico cortara a minha frase, era uma criatura de feições horríveis, seu hálito atormentador fazia eu querer vomitar, e ao mesmo tempo desmaiar. Parecia um morto vivo, com câncer, e com asas ( tipo, haha ) - Me solta bicho feio !

Ambos começamos a brigar no ar. Infelizmente, minha foice cairá da minha mão, sendo que estávamos a mais de vinte metros do chão. Começamos a dar socos uns nos outros, até que consegui me soltar, e voltar para terra firme, para assim, recuperar minha arma.

Estava a 5cm de pegar a foice até que ... um " Zuuup " passara. Era aquela coisa me puxando para cima. De cara percebi, era um Fúria, eita bicho mal encarado. Começou me debater contra as árvores das fronteiras mágicas, não tinha outra coisa a fazer, bati minha cabeça contra ela, sua cabeça parecia uma rocha de 2000000000000 milhões de anos antes de cristo ( ^^ ), porém consegui me soltar, e assim, me equilibrando e voltando para pegar minha foice.

Contudo, recuperei com exito !

Voltei-me contra a fúria e derrepente " flaap ", uma de suas garras cortará meu braço, o sangue jorrava pela terra. Retirei meu cinto e amarrei na Hemorragia. Em seguida, voei contra a fúria, tipo assim, perseguindo-a.

Estava quase alcançando a mesma quando " zuup " uma flecha atingira o lobo frontal a Fúria. Parecia uma pomba morta caindo sobre o chão. Seu corpo se fará em pó preto na mesma hora em que tocara terra firme.

Fiquei pensa " Oque foi isso ? "

Em seguida vi oque lançara a flecha, era o filho de Atena, Bryan !

Mas algo de errado ocorrerá, o Minotauro não se transformará em cinzas como a fúria, ele permanecia ali, como um humano desmaiado, até que ... seu corpo começou a se erguer, novamente, pensei, ta de brincadeira ?

- Bryan, sai dai, rápido ! - gritei, mas era tarde demais, o Minotauro pegara Bryan, como se fosse um brinquedo.

Voei o mais rápido que pude, me aproximando do Minotauro, e pondo minha mão direito sobre ele. Fixei-me contra ele, abri minha boca, e uma névoa, sairá dela, fazendo o Minotauro soltar Bryan, e começar a sentir uma espécie de sonolência.

Aproveitei o momento e finquei minha foice em seu crânio !

O jorrar do sangue cobrirá meu rosto. Fechei minha asas, pousei, me aproximei de Bryan, e falei :

- Acho que terminamos !

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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Luki Seixas em Dom Maio 19, 2013 3:05 pm

-Estranho ... Quando será que esses turnos extras acabarão ?
Falei andando pela fronteira.
-Thalia existe pra isso, por que devo fazer isso ?
E continuo andando pela fronteira.
Ai vejo duas silhuetas andando rapidamnete ...
Saco minha adaga de combate e fico esperando pra qualquer movimento estranho, pronto pra mata-los caso fizessem algum movimento estranho.
-Revelem-se !
Falo.
Ai vejo um garoto de cabelos loiros e com medo dizendo:
-Por favor ... não nos mate !
Ai vejo a outra pessoa ao lado dele ... Um satiro ?!
E ele abraçou o garoto forte e disse:
-Uma quimera está nos perseguindo !
Ele disse gritando com medo.
Eu me pus entre eles e disse:
-Não tem problema, eu cuido dela, Agora ... VÃO !
E vejo a quimera ... Como toda quimera comum, boa parte dela era leonica

Eu saco minha espada de gelo e meu escudo de gelo, e parto pra cima da quimera, Ai com o escudo, eu empurro ela pra longe.
Ela tenta me atacar com a cobra no rabo, coisa que não deu muito certo ... pois eu cortei com a espada, quando ela ia voar, eu subi em cima dela e cortei a cabeça dela.
-Simples rapido e facil.
Falei sorrindo com a cabeça da quimera cortada e minha espada ensanguentada.
Voltei a fronteira andando pra lá e pra cá de novo.
Olho pra um lado e olho pro outro e digo:
-Não tem mais nada a se fazer hoje.
E entro pra dentro do acampamento.
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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Luki Seixas em Dom Maio 19, 2013 3:06 pm

Eu chego na enfermaria ... Paulo diz:
-Luki, você acaba de ser transferido pra a Patrulha da fronteira pra ajudar a curar as pessoas.
E ai olho pra ele e digo gaguejando:
-H-Hai ...
Estranho ... por que meu chefe queria que eu fosse pra a fronteira ?
Ai quando eu cheguei, vi um monte de garotos com varios machucados, tanto externos quanto internos.
Estava com meu estoque de ambrosia cheio ... Seria rapidinho ajuda-los !
Eu peguei a minha caixa de primeiros socorros e comecei a medicar 1 por 1, com meus band-aids e linhas ...
Fiquei costurando os machucados abertos e vi que tinha um garoto com a perna aberta.
Olhei pra ele e disse:
-Está doendo, vou limpar antes que infeccione.
E fechei a perna com agulha e linha, depois pus umas pomadas pra poder ajudar na cura, Ai eu dei pra ele Ambrosia pra comer
Após ele ficar totalmente curado, Disse a ele:
-Você está pronto pra outra, garoto.
E ai vi um garoto chorando lá no canto ...
Fui até ele e perguntei:
-O que está acontecendo garotinho ?
Ai ele apontou pra um cara da minha idade com um grande corte na barriga.
Fui até ele e vi uma coisa de primeira... Era envenenado ...
Fiz o cara beber ambrosia e disse:
-Viva viva viva viva, Você prescisa viver !
Ai ele abriu os olhos do nada.
-Meu trabalho está feito.
Falei sorrindo e saindo dali.
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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Leonard em Qui Maio 23, 2013 10:39 am

- Mas que droga é essa ? - dissera eu, ao acordar.

O local por onde, eu acho, adormecera era escuro, repleto de árvores antigas e recém plantadas, algumas velhas outras verdes como alface, muitas delas estavam cortadas, como se uma adaga a tivesse cortado, tanto que na maioria, flechas estavam ganchadas.

Me levantei pesadamente, estava com minha mochila do Death Note, junto de minha Armadura de ferro estigio. Minhas partes debaixo estava completamente cheias de areia. Me sacudi para que a mesma se retirasse do meu corpo.

...

Não entendi oque se passará pelas horas na qual eu adormeci, porém, uma voz soará de longe, gritando por socorro. Corri por onde a mesma virá.

Grunhido, gritos, espadas guinchando umas nas outras. Tais sons eram ouvidos por longos e longos metros. Me encostei contra uma árvore, botando todo meu peso contra ele, espiei por onde o som virá.

Uma garota batalhava contra duas ... bem, não entendi oque era, pareciam fúrias, mas não tinham a mínima característica a se comparar com elas. Suas pele eram pálidas, os cabelos molhados encobriram ambos os rostos. Usavam camisas esfarrapadas e uma saia, que parecia mais uma cortina.

Em alguns livros lendo sobre meu pai e alguns bestiários percebi, aquelas eram Queres, espíritos da doença, da peste e da violência. Entretanto, não compreendi uma coisa, o por que de elas estarem aos redores das fronteiras mágicas do acampamento.

A garota que lutava contra ambas usava uma armadura, como a de Atena, segurando em uma das mãos, uma Adaga, e na outra um escudo, com o simbolo de uma coruja, Obviamente era filha de Atena.

Olhei para meu pulso direito,e para minha sorte, a pulseira, que tal se transformava em minha foice, estava ali. Acionei a mesma, e logo uma Foice com um cabo de aproximada 2 metros, e uma lâmina de 1 metro se abrirá.

Juntei uma pedra do chão e toquei em uma das Queres. Certeiramente, atingiu sua cabeça.

- Arghhhhhhhhh ! - seu grito quase estourara meus tímpanos.

Esta, veio voando contra mim, pronta para me agarrar. Quando a mesma se aproximou, abri minha asa e e a agarrei antes que a esta fizesse o mesmo. Voei o mais alto que pude, enquanto a Quere se debatia sem parar. Quando cheguei a uma altura perecível, á soltei. Logo, a mesma tentou me atacar, porém, investi para o lado, e em seguida, cortei uma de suas asas. A mesma cairá como um avião sem turbinas. O impacto foi enorme, a areia preta subira constantemente, entretanto, mesmo sem uma de suas asas, ela se levantou.

Voei para baixo, posicionando minha foice contra ela. De repente, a outra Quere, pela qual eu achava que estava lutando contra a filha de atena, investirá contra mim. Me agarrou e lançou-me contra uma árvore. Cai com todo comprimento ao chão, minha visão ficou embasada devido a pancada, vi que uma das Queres atacava a garoto por terra, enquanto a outra atacava pelo ar.

( ... )

Exausto, tentava me levantar,porém sem exito. De repente, a garoto conseguiu se livrar de ambas as Queres, e veio correndo contra mim.

- Vamos, levante-se, preciso de sua ajuda ! - gritou ela, enquanto me pegava pelo braço e me levantava.

Ambos ficamos de costas um para o outro.

- Eu pego a da direita - disse eu. - O.k, eu pego da esquerda - respondeu ela.

Investi contra a Quere que estava voando, a qual fez o mesmo. Ambos agarramos um ao outro e começamos a voar em direções aleatórias. Aproveitei e chance e usei uma coisinha especial minha. Abri minha boca, e uma névoa sairá dela, atingindo diretamente o rosto da Quere.

Seus olhos, ficaram vermelhos, e estalados, como se alguém importante em sua vida estivesse morrendo. Suas mãos começaram a me soltar levemente, tirei vantagem da situação, e finquei minha foice contra seu estomago. A mesma então, caiu, com um belo buraco em sua barriga.

Me voltei Contra a garota, estava prestes a finalizar a Quere quando, por mais assustador que fosse, a mesma conseguiu golpear a filha de Atena, mandando-a longe. Voei para onde a garota estava, me aproximei, e me ajoelhei ao seu lado.

- Você está bem ? - perguntei.

- Sim, mas estou com muita raiva daquela coisa- exclamou ela.

A Quere começou a vir em nossa direção, o mais rápido que ela poderá voar.

Me virei contra a Quere, esperando ela se aproximar o máximo possível.

- Ei, oque está esperando ? mate-a ! - ordenou a garota - Não tenha pressa, eu tenho uma surpresa pra ela. - respondi.

Me concentrei, e logo comecei a fumegar, fixei meu olhar na Quere, e ao longo do caminhou, ela se paralisou, a aproximadamente dois metros de mim. Sua passagem, para me atacar, estava meio que sendo, bloqueada.

- Bem, é agora ! - Disse.

Ergui minha foice para o lado, e cortei a Quere ao meio.

- Acho que acabamos ! - exclamei, finalizando a batalha.



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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Leonard em Seg Maio 27, 2013 10:00 pm

Noite de lua cheia. Vento razoável, que fazia os cabelos de qualquer campistas balançar aleatoriamente. Os olhos negros de Finkes cintilavam a cada observada a lua. Estava sozinho na patrulha da noite, no lado Sul das fronteiras mágicas. Protegido, continham com ele, sua lente de contato, a qual viraria uma Armadura de Ferro Estígio, sua arma, e sempre confiável, Foice, e a única, e mais do que especial, mochila do Death Note.

( ... )

O garoto, tedioso, decide dar algumas voltinhas, mas algo lhe parara ao se deparar com um som estranho, o rosnar de um animal, semelhante a um leão. Finkes corre em direção do rosnar, e se depara com um Mantícore, seu rabo espinhoso arrebitado para cima fazia chover espinhos contra a fronteira mágica.

- Nem por cima do meu cadáver ! - Finkes arqueja, correndo em direção ao animal.

A cauda espinhosa do Manticore se vira contra o garoto. Sem exitação, finkes investi contra o animal. Este, faz uma chuva de espinhos soarem aos ouvidos do jovem, porém, ele abre suas Asas negras a tempo, fazendo ambas se porem a sua frente, dando uma espécie de escudo a ele.

Levantando sua Foice , o garoto tenta cortar a cauda do animal, sem exito. Tenta mais três vezes, sem exito.

- Já chega, paro de brincar ... - murmura finkes - Pode vir, coisa feia, espero que seja forte o suficiente a ponto de me combater !

O manticore corre na direção de Finkes, porém o garoto é esperto, e a ponto do animal lhe atacar, ele sobrevoa o mesmo, dando um mortal, cortando a ponta da cauda do manticore, e em seguida, plana pelos ares.

( ... )

Seu peso se sobrepõe ao cair sobre a terra fofa, porém, o garoto reage mal, desviando o olhar do Manticore, deixando-o em ponto vital. O animal corre em sua direção, e em seguida morde sua perna esquerda, deixando-o imobilizado.

- Arghhh, seu inseto ... - O sangue da perna do garoto, escorria pelo chão, entretanto, algo começara a ficar insano no ocorrer da batalha, os Olhos de finkes ficara de castanhos, para completamente negros, como um elfo. Seu corpo parecia estar em chamas, porém, chamas negras saiam dele. - Maldito, me solte, AGORA !

O manticore começara a soltar a perna de finkes levemente, e sem exitação, o garoto aproveita a chance, e se dirige para trás, ficando longe do animal. O animal sacode a cabeça, e novamente atacao garoto, porém, finkes reage, corta o tórax direito do animal, que cambaleia e cai para o lado.

( ... )

Com as dores a flor da pele, finkes fica perneta, pulando apenas com uma perna até o animal. Ele se aproxima e anuncia:

- Nunca mais se meta com um filho de Tânatos ! - enquanto o animal rugia para o mesmo, este cravava a foice na cabeça do animal.

Finkes desmaia, porém acorda na enfermaria, são e salvo !

_._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._._
Hm ... Não foi uma de suas melhores, então: 900 dracmas e 900 XP

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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Leonard em Ter Maio 28, 2013 1:26 pm

Finkes acabara de ter um treinamento rígido com um dos filhos de Ares. Cansado, o garoto tomara um rápido banho, pegara seus armamentos, e seguirá em direção ás fronteiras mágicas.

O garoto vestia roupas normais, Junto de seu boné da Vans, e sua foice na mão Direita, e sem mais nem menos, a mochila do Death Note nas costas.

Passará entre todos os ponto colaterais da fronteira mágica, exceto no lado Norte. Contudo, ia passar a maior parte da noite em tal lugar.

( ... )

Nela estavam um filho de Apolo, e uma filha de Ártemis, o garoto tenta ser gentil, e solicita que os dois descansem um pouco em seus respectivos chalés, sendo que este cuidaria da fronteira norte.

Sem exitação, ambos aceitam a proposta.

O garoto escala uma das árvores próximas, com o intuito de ter uma visão mais ampla do local.

( ... )

Passaram-se duas (2) horas e nenhuma ação ocorrerá, oque não é normal no acampamento. Porém, aquela noite não seria diferente.

O jovem percebe algo de errado, na terra fofa e preta, uma gosma branca, e uma longa trilha, se estendia diante da fronteira. O garoto abre suas Asas negras e segue oque deixará o rastro.

Por fins, percebestes quem deixará aquilo, era uma Equidna. Estava se rastejando diante das fronteiras mágicas, tentando procurar um ponto fraco. Finkes pousa a poucos metros do animal, fechando sua asa, e ativando a invisibilidade do seu boné. O garoto segue a Equidna ligeiramente devagar, a dois passos atrás dela, porém, seu cheiro meio humano, meio deus é sentido, e a Equidna se volta contra ele, investindo contra ele. O garoto se agacha e corre para longe, retirando seu boné e ficando cara-a-cara com a criatura.

- Hoje vai ser um dia bem longo ! - exclama finke,enquanto corre em direção á Equidna. Ele investi contra ela, tentando cortar sua mão direita. Sem exito.

Ambos começam a trocar golpes, porém a Equidna conseguirá acertar a maior parte deles. Finkes então, se imobiliza, fazendo com a lente dos seus olhos se virassem uma armadura de ferro estigio.

A Equidna, fica paralisada, enquanto finkes aproveita o momento, e corta o braço direito da criatura, porém não o arranca. Grunhindo de dor, a criatura procura o garoto, o qual se esconderá.

- Não adianta se esconder por muito tempo, filho de Tânatos ! - a voz rouca e rígida da Equidna fizera me dar um calafrio.

Contudo, saio do local de onde estava escondido, e invisto contra a Criatura, a qual se virá rapidamente e me rebate para longe.

- Arghh, você até que tem uma forcinha ... -exclamei - porém vai ter que ter mais para me derrotar !

No mesmo instante, me levantei, atacando a Equidna novamente. Porém, ela realiza o mesmo movimento, e eu, sem pensar, abro asas e plano sobre sua cabeça. Um mortal perfeito, como se estivesse calculado, revirei minha foice e a movimentei, fazendo um enorme corte nas costas da Criatura.

- HAAAAAAAAAA .... MEIO-SANGUE INSOLENTE ! - gritará a Equidna.

- Eu lhe avisei ! - respondi

( ... )

Agora, mais do que irritada, a Equidna começara a atacar aleatoriamente, enquanto Finkes, desviava sem esforços.

- Já chega, vamos acabar logo com isso ! - Arquejou Finkes.

O garoto se agacha, em seguida, chuta ambas as caudas nojentas da Equidna, a qual cai para o lado.

- Você é merecedora da minha frase Equidna arrogante ... - murmura finkes - Nunca mais se meta com um filho de Tânatos ! - em seguida, o garoto crava a ponta de sua foice, no peito da Equidna.
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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Phobos em Ter Maio 28, 2013 1:44 pm

Um conselho, tenta tipo, botar mais foco, vai ficar mais interessante tanto pra ti, quanto pros leitores, porém não fico tão ruim quanto muitas por ai !

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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Phobos em Ter Maio 28, 2013 1:49 pm

Luki Seixas escreveu:-Estranho ... Quando será que esses turnos extras acabarão ?
Falei andando pela fronteira.
-Thalia existe pra isso, por que devo fazer isso ?
E continuo andando pela fronteira.
Ai vejo duas silhuetas andando rapidamnete ...
Saco minha adaga de combate e fico esperando pra qualquer movimento estranho, pronto pra mata-los caso fizessem algum movimento estranho.
-Revelem-se !
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Ai vejo um garoto de cabelos loiros e com medo dizendo:
-Por favor ... não nos mate !
Ai vejo a outra pessoa ao lado dele ... Um satiro ?!
E ele abraçou o garoto forte e disse:
-Uma quimera está nos perseguindo !
Ele disse gritando com medo.
Eu me pus entre eles e disse:
-Não tem problema, eu cuido dela, Agora ... VÃO !
E vejo a quimera ... Como toda quimera comum, boa parte dela era leonica

Eu saco minha espada de gelo e meu escudo de gelo, e parto pra cima da quimera, Ai com o escudo, eu empurro ela pra longe.
Ela tenta me atacar com a cobra no rabo, coisa que não deu muito certo ... pois eu cortei com a espada, quando ela ia voar, eu subi em cima dela e cortei a cabeça dela.
-Simples rapido e facil.
Falei sorrindo com a cabeça da quimera cortada e minha espada ensanguentada.
Voltei a fronteira andando pra lá e pra cá de novo.
Olho pra um lado e olho pro outro e digo:
-Não tem mais nada a se fazer hoje.
E entro pra dentro do acampamento.

Não sei se você fez na pressa, mas se não fez, na próxima bota um pouco mais de caracteristicas, vai muito mais interessante, porém o resto ta bom.

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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Leonard em Ter Maio 28, 2013 9:35 pm

Mais uma noite, mais um dia de patrulha. Na noite calada e fria, quanto todos os campistas estavam em seus respectivos chalés, dormindo, decidi patrulhar nas fronteiras mágicas. Apanhei minha mochila do Death Note, e sai pela porta do Chalé de Tânatos.
A grama estava escorregadia, sendo que quase cai ao descer dos degraus. Nenhum campistas perambulava pelo acampamento, exceto as ninfas dos bosques, que fugiam dos sátiros.
Minha respiração era ofegante, e cada ar lançado para fora dos meus pulmões, parecia congelar.
Os sons constantes de monstros vindos da fronteira Norte era intenso, porém, não ataquei, até que eles fossem uma ameaça.
Entretanto, um som estranho e grosso soará de longe. Segui para onde o barulho virá, e em seguida, pus meu boné da Vans, ficando invisível. Logo atrás da criatura, percebi oque fará o som ruidoso, sua pele era Branca como mármore, possuía uma perna de bronze e outra de burro, presas no lugar de dentes, olhos vermelhos e garras no lugar de unhas, Era uma Empousai. Suas unhas afiadas passavam diante das fronteiras mágicas, transmitindo um som como se fosse uma mulher passando suas unhas enormes no quadro negro.
Segui ela até a fronteira Leste, porém, era se paralisará, se virara, e me fitara. Ela sentirá minha presença. Ergueu suas garras e investiu contra mim, seu ataque rasgara a manga direita do meu casaco. Retirei meu boné e ativei minha foice. Investi contra ela, porém, golpeou-me com um chute na barriga. Cai no chão com todo comprimento.

- Meio-sangue insolente, ainda acredita que o treino deste acampamento lhe facilitará em algo ? - arquejou a Empousai.

- Bem, pra lutar contra você serve ! - Respondi, enquanto me reerguia.

Abri ambas as minhas asas e voei para longe da Empousai. Sem exitação, retirei da minha mochila um cetro comum,e em seguida, voltando a atacar a criatura.

Fiquei cara-a-cara com a Empousai e arquejei:

- Está pronta ?

- Rumf, mostre-me sua verdadeira força, herói ! - A criatura terminara de falar, e correu contra mim.

Porém, gritei uma palavrinha mágica, antes que a mesma me ataca-se, levantei o cetro, e fiz com que uma chuva de pedras brotassem do chão, e fossem na direção da Empousai. Sua distração diante da batalha foi útil, para mim. Tirei proveito e ataquei a Criatura. Ergui minha foice, e fiz um grande corte em seu tórax direito. Em seguida no seu tórax esquerdo, porém, mesmo com os cortes a empousai se levantou, e me atacou, uma das garras de suas mãos atingirá meu rosto, fazendo a marca certa de 5 dedos na minha bochecha direita.
Ofegante, eu ainda tentava respirar, enquanto a Empousai, mais oscilava do que se mantinha em pé. Então me lembrei, e rapidamente, tive uma ideia !
Retirei da minha mochila a corda de aço flexível. Então, comecei a correr ao redor da Empousai, até que ... se enroscou o suficiente, até que, por fim, caiu.

- Me solte garoto ! - gritou a criatura.

- Hora, você não disse que o treinamento do acampamento era fraco ? Pois bem, agora vou lhe responder ! - E foi então, que ergui minha foice e a cravei no seu lobo frontal.





Spoiler:
Poder utilizado ( feiticeiros de Hécate ) :

Ativo :

level 05-Controle dos Elementos [Inicial]: Com essa habilidade o feiticeiro pode controlar os quatros elementos (fogo, terra, ar, água) [Todos gastam 50 de MP]

- Terra: Com o cajado (cetro) você pode criar pequenas pedras pontiagudas para lançar no oponente.


Ta um pouco melhor, teve mais foco, entretanto deixou a pecar no final !

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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Leonard em Ter Maio 28, 2013 10:08 pm

Dia ensolarado, perfeita para uma patrulha. Minhas vestimentas estavam mais arejadas, devido o verão recém chegado. Estava escorado a uma árvore junto de minha foice e a mochila do Death Note.
O dia estava realmente calmo, era raro algum monstro tentar atacar as fronteiras magicas. Exceto pelos lados de minha patrulha, onde o que eu temia, acontecerá.
Um som estranho soará diante meus ouvidos. Sem exitação, comecei a seguir o som. Fixei meu olhar, e logo minhas lentes se transformaram em uma Armadura de ferro estigio. O som ficará cada vez mais aguçado, até que ... uma criatura batia sem parar na fronteira mágica, não era algo comum de se ver, a pele era enrugada, tinha orelhas como as de elfos, porém ainda mais pontudas, possuía asas e garras de morcego, e uma boca repleta de presas amarelas. De cara percebi que era um Fúria.
Curvei minhas costas, e abri minhas asas. Voei em direção a Fúria e arquejei:

- Ei, oque pensa que está fazendo ? - porém, ela não escutará, e simplesmente me atacará.

Suas garras longas se agarraram nas dobras da minha armadura e começaram a me debater sem parar. Curvei ambos os joelhos e chutei seu peito.
Em seguida, investi contra ela, dando sequencias de cortes, sendo que de dez, posso ter acertado apenas dois. Minha estratégia não estava dando resultados.

Retirei da minha mochila meu cetro, em seguida fiz com que um turbilhão de pedras atacassem a fúria. Grandes cortes fora efetuados no corpo da criatura, mas nada que a parasse de lutar. Me atacou novamente, segurando-me com as mãos enquanto me chutava sem parar.
Fixei meu olhar contra ele, em seguida ambos ficaram totalmente negros, e de repente, a fúria começara a me solta devagar. Exitei por um momento, e depois voltei a atacar, investi contra ela junto de minha foice, com golpe aleatórios, sendo que um deles cortara ambos seus braços, e sua perna esquerda. A fúria, sem forças, cai em terra firme.

Pouso logo a sua frente, porém ela se levanta, e investi contra mim junto de um tapa no rosto.

- Como ousa ? - exclamei

- Seu fim chegou, filho de Tânatos ! - murmurou a Fúria, enquanto me atacava, bem ... me empurrava.

Sem pensar, com meu elmo, dei uma cabeçada na fúria, a qual cambaleou para trás. Agora, usará novamente meu cetro, fazendo duas pedras brotarem do chão, amarrando um fio flexível de aço em ambas as pedras, as quais começam a se enroscar na fúria.

- Ótima forma de morrer, não é mesmo fúria ? - falei.

- Arghhhhhhh ! - Seus dentes amarelos e pontiagudos cintilavam diante dos meus olhos.

Sem exitação, ergui minha foice e a cravei em sei peito, a qual em seguida, virou um milhão de cinzas !


Spoiler:
Poderes utilizados:

Feiticeiros de Hécate:

Level 05-Controle dos Elementos [Inicial]: Com essa habilidade o feiticeiro pode controlar os quatros elementos (fogo, terra, ar, água) [Todos gastam 50 de MP]

- Terra: Com o cajado (cetro) você pode criar pequenas pedras pontiagudas para lançar no oponente.

Filhos de Tânatos:

- Nivel 6 - Aura de Morte I - O filho de Tanatos tem uma aura de morte que espanta alguns animais


Agora sim, melhor que as anteriores as quais eu avaliei !

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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Leonard em Sab Jun 01, 2013 1:41 pm

Era noite de Halloween, muitos campistas estavam a volta da fogueira contando histórias de terror, porém, eu já virá de tudo para estar entre eles. Portanto, decidirá patrulhar as fronteiras mágicas do acampamento.

Bem agasalhado,recolhi minha foice, pus minha mochila do Death Note nas costas, e sai em direção ás fronteiras.


( ... )

Chegando no local, não haviam nenhum ser vivo, literalmente. Exceto eu, e o som das árvores balançando seguidamente.
Estava tudo realmente calmo, calmo até demais, entretanto, não iria continuar aquela sensação de tranquilidade por muito tempo. Retirei de minha mochila meu Arco e a Aljva, e sai a procura de ação.

Sem demoras, encontrei.

Latidos, seguidos uns atrás dos outros vinham da direção oeste, preparando-me, pus três flechas mágicas dentre o arco, e segui o som.

Visei todos os cantos, porém, nada que os olhos nus pudessem observar, exceto, oque os olhos de Semideuses podiam. Era um enorme cão, tinha aproximadamente 2 metros de largura e 2 de altura, tinha os mesmos aspectos de um cão infernal, porém um pouco menor. Seus pelos estavam ligeiramente aparado, a boca babando intensamente, e as orelhas mais pontiagudas que eu já virá.

- Ei, pare com isso, e saia daqui ! - gritei, entretanto o cão não me escutará, e virá correndo na minha direção.

Mirei a flecha diretamente no crânio do animal, porém, antes que eu lhe jogasse as flechas, o animal dará uma " patada " no arco, mandando-o longe.

O animal ficará por cima de mim, latindo diante do meu rosto, e para pior, deixando-o completamente babado. Para que este não engolisse-me, deixei meu ante-braço no pescoço do mesmo, enquanto o outro tentava empurrar o animal.

Sem exito, fixei meu olhar nas lentes, fazendo as mesmas se transformarem em minha armadura de ferro estigio, fazendo com que o cão, desse um sobre salto para o lado.

Aproveitei a chance, e rolei para o lado. Ativei minha foice, e investi contra o animal. Porém, o cão infernal era rápido, bem ... rápido até demais. Meus golpes não estavam dando nenhum efeito, pelo contrário, apenas me deixando cansado.

Portanto, tinha de bolar algum plano, portanto, abri minhas asas e fiquei sobrevoando o animal, porém agora, os golpes estavam dando efeitos. Após deixar o animal um bocado de cansado, voei até o lugar onde meu arco e minha aljva estava jogado, e então, os recuperei, pondo os mesmo em posição de ataque.

Lançara seguidamente três flechas, uma sequência atrás da outra. Devido o encantamento das flechas, o animal começara a cambalear. Aproveitei o momento , e investi contra ele, tendo em mente sua morte.

Porém, o cão infernal ainda tinha energias guardadas, mordendo minha perna, e cravando o máximo que podia, mesmo diante da armadura. O metal começara a apertar minha perna direita, e quanto mais eu tentava tirar mais presa ela ficava. Neste momento, comecei a dar cortes aleatórios com minha foice contra o animal.

Mesmo com cortes profundos ele não me soltará. Eu até tentará enforcá-lo com minha linha de aço flexível, porém sem exito.

Entretanto, fora nesta hora que eu tivera uma ideia. Pus um pouco de sangue do cão na ponta do meu dedo indicador, fazendo-o entrar em uma espécie de maldição.

- MORDA-ME BICHO, MORDA-MEEEE ! - gritei.

Porém, era exatamente oque eu queria. Quando os dentes afiados do animal entraram em contato com minha carne humana, o mesmo acontecerá com ele, fazendo inúmeros buraquinhos na perna dianteira do animal.

A dor que eu sentirá, ele também sentia. Porém, recolhi um pouco de ambrosia na minha mochila, e a utilizei. Minha energia, praticamente se regenerá, portanto estava pronto para mais uma batalha. Juntei meu arco, e comecei a lançar inúmeras flechas no cão, algumas acertavam, outras passavam zumbindo diante dele. Quanto mais eu me aproximava, mais ele recuava.

Mande uma sequência de flechas, fazendo com que as mesmas criassem um circulo a volta do animal. Ao mesmo tempo, guardei o armamento na minha mochila, ficando apenas com minha foice em mão.

Me aproximei do animal, que agora cambaleava de um lado para o outro. Acumulei um pouco de sangue de minha perna, e pus na ponta da lâmina da minha foice.

- Está pronto para morrer ? - exclamei.

Porém, o animal ainda insistia, e ao mesmo momento que ele terminará de falar, o cão infernal se botará em mim, entretanto, desviei, e em seguida, raspei a ponta da lâmina com sangue, diante do tórax esquerdo do animal.

Ele cairá paralisado, com olhos estalados, e corpo ereto. Contudo, logo em seguida se transformará em cinzas.

Depois disso, nada melhor que ser bem cuidado na enfermaria !




Spoiler:
Poderes utilizados:

Nível 6 -Reversão[Inicial]: Ao entrar em contato com o sangue do inimigo, o filho de Tânatos aplica-lhe uma maldição. Após isto, todos os ataques que atingirem-no serão transferidos para o amaldiçoado, causando dano no amaldiçoado e não no semi-deus. Somente ferimentos leves serão transferidos para o amaldiçoado. O efeito dura até a morte do amaldiçoado. Usa 20 HP e 40 MP e só pode ser usado uma vez na MvP.

Nível 8 - Lâmina Mortal [Inicial] : O filho de Tânatos encanta sua foice utilizando seu próprio sangue para que o alvo atingido pela lâmina morra 5 turnos após ser ferido por ela. Usa 15 HP e 25 MP. Ficara sem poder usar por 5 rodadas depois da ativação.



Muito bem, gostei '-'

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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Leonard em Dom Jun 09, 2013 5:13 pm

Era final de tarde, maior parte do meu dia passara ajudando os filhos de Deméter nos campos de morango, mesmo podendo ser uma aberração perto de suas colheitas.
Tomei um rápido banho, me aprontei, e me dirigi a fronteira leste do acampamento.
Levando junto de mim, vestia meu Manto, e pendia minha pulseira do pulso direito.

. . .

O lugar estava realmente calmo, se por em conta os outros lados da patrulha. Porém, nada que me deixasse em paz por muito tempo.
Um rápido movimento de mandíbulas era ouvido diante da flores. Me aproximei alguns metros e logo vi, duas Harpias comiam os restos carnais de um campista. Eu até podia desconfiar que ele desrespeitara o toque de recolher, porém, as duas harpias não eram lá aquelas que trabalhavam na cozinha do acampamento.

Portanto, já fui balanço meu pulso, e ativando minha foice. Lancei a mesma contra uma das Harpias como um Bumerangue. A ponta da lâmina rangerá sobre sua pata esquerda, cortando parte de sua perna.

- Haaaaaaa, semideus insolente ! - ela rosnará. Abrindo asas e vindo contra mim.

Suas garras se prenderam em meu manto, e me levaram aos ares, até dar de costas contra uma parede. Me levantei rapidamente, desativando minha foice, e erguendo ambas as mãos. Usei minha Umbracinese e fiz com que as sombras dadas pelas árvores, predessem a harpia que me atacava. Em seguida, comecei a lançar bolas de fogo negro, as quais se chocavam contra ela sequentemente.
Abaixei ambas as mãos, cansado. A harpia estava completamente preta, a qual em seguida caiu ao chão, se transformando em cinzas. Porém, ainda havia uma.
Rangeu os dentes, ergueu as enormes unhas, e ergueu voo contra mim. Seu golpe foi ligeiramente rápido, dando-me um corte exatamente na parte onde meu manto não cobria, meu peito. Este agora, começara a sangrar, as unhas da harpia, literalmente, tinham a mira certa.
Foquei minha mente nas sombras, e ligeiramente, uma nuvem preta começara a sair de mim. Em seguida, eu havia me teletransportado para as costas da harpia. Com meu peso inesperado, a harpia caiu com todo comprimento ao chão.
Me levantei ao lado da mesma, porém ela foi rápida o bastante, e segurou meu tornozelo. E, com sua mão esquerda, fincou suas unhas na minha perna. Grunhi de dor, porém, balancei ligeiramente meu pulso, reativando minha foice. Cortei o braço pelo qual ela me segurava, em seguida cortei o outro. Eu estava prestes a dar o golpe final, porém, minha foice fincará na terra após ela ter sido desfeita em cinzas.



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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Hanter em Sab Jun 15, 2013 10:31 am

Era minha primeira vez na patrulha da fronteira, portanto pedi para que fosse de dia.
Equipei-me com minha Espada de fogo em mãos, e subi colina á cima. Em poucos segundos, comecei a escutar sons estrondosos, respiração ofegante, e o balançar de uma árvore, porém, era apenas Festus, tirando um bom cochilo.
Entretanto, outro som virá um pouco mais distante, e este sim, não era o do Dragão. Suas patadas ao chão faziam os pequenos flocos de terra se erguerem do chão. 
Com espada em mãos, avancei correndo. Logo, me deparei com um Leão, bem, tinha corpo de Leão, rosto de Humano, e uma Cauda espinhenta.


Era uma Quimera !


Comecei investindo pela direita, porém, ela já foi atacando, erguendo sua cauda espinhosa e lançando alguns espinhos em mim, porém, a maior parte passara reto.
Corri em Zig-Zag, deixando o animal tonto. Me aproximei o suficiente a ponto de cortar parte de  seu Tórax direito. Ele grunhiu de dor, e cravou suas enormes unhas em minha perna esquerda. 
Retirei meu cinto e pus no local para a circulação de sangue não ser tão intensa, á ponto de parar o sangramento.
Avancei novamente, e desta vez, uma boa parte da saraivada do animal me atingira. Uns 4 ou 5 espinhos grudara em pinha perna direita. Não se cravaram tanto, porém, faziam minha perna literalmente pegar fogo.
Ergui minha Espada, e cortei o Tórax esquerdo do animal, em seguida, juntei um pouco de terra, e joguei nos olhos da Quimera. No momento em que a mesma se agitava tentando retirar a terra dos olhos, investi contra ela novamente. 
Com a maior força possível, cravei minha espada em sua cauda. Seu grunhido de dor foi tanto que os pássaros encostados nas árvores abriram voo e fugiram do local.
O animal tento me atacar com a perna traseira, porém desviei, e em seguida cortei a tal perna. Por milésimos de segundos, o animal caiu para o lado, e virou cinzas. Girei minha espada, e seguida para a enfermaria.


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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Leonard em Sab Jun 15, 2013 8:34 pm

Mais um dia na patrulha, portanto, desejei para que fosse á noite, onde a maior parte dos campistas estavam nos seus respectivos chalés.
Botei meu casaco de aviador nas costas, e Tyrfing na bainha.


. . .


Fiquei com a fronteira sul, portanto, não iria ser nada fácil. O silencio que a noite calada
fazia ligeiramente foi desocupado por um barulho estrondoso. As aves que dormiam nas árvores, rapidamente abriram voo.


Um minotauro se debatia contra um árvore de aproximadamente dez metros. Folhas e mais folhas caia sobre os montes de pelos do animal. Não ataquei, devido ele não representar alguma ameaça. Porém, sentiu meu cheiro meio-deus, e logo ciscou contra mim. Sua pata direita levantará um pouco mais de uma tonelada de areia.


Rapidamente, ele veio correndo contra mim. Desviei para o lado, e cortei um tufo de cabelo da sua perna. Em seguida, brandi Tyrfing e ataquei a criatura. Literalmente, fiz uma depilação no animal. A lâmina da espada não penetrava no animal, porém tudo piorava pro meu lado.


Retirei de meu bolso meu arco e minha aljva, lançando algumas flechas no animal, entretanto só deixei o mesmo irritado. Uma de suas arrancadas me atingira, mandando-me longe. Concentrei um pouco da minha pirocinese na palma da mão direita, e lancei nos tufos de pelo que sobraram no animal. Com o debater dele para se livrar das chamas, investi contra ele. Finquei Tyrfing na sua coxa esquerda, fazendo-o se ajoelhar. Em seguida, utilizei as sombras do local para prender a criatura.


Em seguida, subi por cima da criatura, e cravei Tyrfing no lobo frontal da criatura.






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Re: Patrulha da Fronteira

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