Patrulha da Fronteira

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Patrulha da Fronteira

Mensagem por Bruno01 em Qui Nov 24, 2011 5:13 pm

É um dos trabalhos mais perigosos de todo o acampamento. As fronteiras são mágicas, mais os guardas a guardam com a vida. Vários guardas estão em volta do acampamento, protegendo, com itens, armas e etc. Quase sempre são atacados, mais sempre dão um jeito de defender o acampamento.

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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Perseu em Seg Dez 05, 2011 11:22 am

Estava ficando entediado no acampamento e resolvo ganhar algum dinheiro e experiência ao mesmo tempo, como nenhum deus estava presente para passar uma missão resolvo eu mesmo ir atrás de uma.

Antes de mais nada pego meus equipamentos, aproveito a energia do chalé e carrego minha espada com eletricidade, arrumo minhas coisas no meu quarto e já confiro como está a arrumação no chalé. Vendo que está tudo OK parto para o trabalho. Fico em dúvida de qual pegar mais resolvo ir na patrulha, vai que dou sorte e consigo enfrentar algum monstrengo hoje!
Chegando as extremidades do acampamento resolvo fazer uma patrulha aérea, então usando minhas habilidades como filho de Zeus dou um pulo para pegar impulso e logo estou a 5 metros de altura, começo então a dar uma volta no perímetro que eu estava cuidando até que vejo algo estranho, várias estátuas de pedra de humanos todos com a mesma blusa, acho que faziam parte de uma excursão que não teve um final feliz. Já imaginava do que se tratava então fiquei o mais ligado que pude, logo a encontrei, sim.. ela.. Medusa.
Não acredito que tinha tamanha sorte!

Logo tiro a camisa e penduro ela na cintura, bem ao meu alcance, obviamente já havia pensado em como lidar com a medusa caso encontrasse ela. Agito minha espada e inclinando meu corpo parto para cima dela, dou um berro para ela notar minha presença, não iria matá-la como um covarde atacando uma mulher pelas costas.
Assim que ela me vê, rapidamente ela ela agita seus cabelos de cobra e grita - FIILHO DE ZEUS - então fecho meus olhos e me concentro nas correntes de ar que quebravam ao tocar no corpo do monstro. assim, sabia exatamente onde ela estava mesmo de olhos fechados.
Ataco ela dando um chute de lado girando meu corpo mais ela se defende com os braços, então giro meu corpo dando um mortal pra trás, o que não era nada difícil já que estava voando e assim que percebo que estou atrás dela, envolvo em meus punhos a eletricidade que estava na espada e dou 3 socos direto nas suas costas.

Ela se ajoelha de dor e eu pego a blusa que havia colocado na minha cintura e cubro sua cabeça, abro os olhos e vejo que ela não estava mais ali, porém sinto a corrente de vento se quebrando atrás de mim e percebo que ela queria me pegar por trás, rapidamente vôo mais alto desviando de seu golpe e percebo que ela está então tentando tirar a camisa, é nessa hora que giro minha espada como se fosse um ventilador, e der-repente a paro, dou um sorriso e aplico um golpe na vertical cortando-lhe fora a cabeça. Fiquei pensando quantas vezes ela já havia perdido a cabeça.. literalmente!

Assim que toco meus pés no chão sou atingido por um porrete bem nas costas e arremessado a alguns metros de distância, não entendia o que tinha acontecido até que vi o que me atingiu, um Cyclop ( cyclops ) estava de pé perto do corpo da Medusa, foi então que percebi que na verdade ele estava perseguindo um meio sangue que tentava entrar no acampamento, não pensei duas vezes e corri em direção ao monstro.

Ele era grande, forte, porém lento. Eu era pequeno (se comparado a ele) rápido, porém estava quase sem energia, voar não é tão fácil quanto parece pra quem não praticou muito.
Ao chegar a poucos metros dele o gigante de um olho só tenta me dar um soco usando seu braço como se fosse um martelo e eu o prego, pulo para o lado e corro até ele saltando com minha espada pronta para cortá-lo, porém ele me da um soco me lançando contra o outro meio sangue que por sorte me segura amortecendo minha queda.
Tomo fôlego, digo para ele correr pra dentro e procurar por Quíron enquanto eu acabo de uma vez por todas com aquele monstro. Rezo para meu pai me dar uma ajuda e por mais incrível que pareça um raio ameaça cair, levanto minha espada e não da outra, o raio a acerta em cheio. Dou um sorriso e corro em zig zag até o gigante que com um olho só fica meio tonto e perde o foco, usando minhas ultimas forças dou um pulo voando sobre ele caindo atrás do monstro.
Antes que ele se virasse cravo minha espada nas suas costas atrás do coração, como era uma espada longa ela atravessa seu corpo fazendo-o virar pó imediatamente.

- Obrigado pai, irei lhe dar mais oferenda esta noite!

- Descanso um pouco e logo continuo com a patrulha desta vez torcendo para que ela seja tranquila!
~~~~~~
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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Lucc em Sex Dez 16, 2011 8:05 pm

Era minha noite de patrulha na fronteira, então quando todos foram dormir eu fui patrulhar...
Levava comigo o meu arco e aljava com as minhas flechas de fogo, e minha nova espada, e claro eu ia patrulhar na companhia do meu grifo de estimação, Asa Fugaz. Percorremos o acampamento várias vezes a procura de algum sinal de monstros tentando invadir, mas não achamos nada,
-Asa – falei – desça ali, você merece descansar um pouco.
Asa fez o que eu pedi, ele se deitou para descansar e eu fiquei olhando as estrelas por um longo tempo até que escutei um barulho de alguma coisa se aproximando,ia acordar o Asa, mais decidi não fazer isso. Pego o meu arco e parto em direção do barulho.O barulho veio de uma clareira, silenciosamente preparo uma flecha no arco e preparo para atirar a qualquer sinal de aproximação, olho para a clareira e não encontro nenhum monstro, só encontro tufos e mais tufos de pelo negro, até que escuto um ganido assustado. “Asa” pensei “Não deveria ter deixado ele sozinho”
-Asa – gritei – já estou indo.
Corro que nem um louco para o lugar que tinha deixado Asa , ao chegar lá me deparo com três cães infernais cercando o meu amigo.
Olha a visão de um grifo do tamanho de um elefante é assustador, mas você tem que entender que Asa não era o mais corajoso dos grifos.
Os cães rosnavam e tentavam atacar o Asa, isso já era demais, mas sorte a minha que eu tinha uma experiência maior falando de como matar cães infernais.
Preparo três flechas do sol no arco e miro na cara do primeiro cão, azar é dele quando ele tenta abocanhar o asa, pois atiro as três flechas fazendo ele explodir em pó dourado.Apareço diante dos cães e falo:
- É melhor deixar o me amigo em paz.
Em resposta eles me atacaram o primeiro tentou me esmagar com o seu peso mas fui mais rápido atravessando ele com a minha espada.. O terceiro já tem uma maior cautela, ele tenta atacar com a suas garras, o que também foi o erro pois com um movimento rápido com a minha espada corto as suas duas patas dianteira e através a sua boca com a minha espada.
-Viu asa – falei – Não tinha com o que se preocupar.
Mas a tensão do Asa não baixou.
-Asa – falei – o que foi??
Seguir o olhar do asa e me deparei com o maior cão infernal que eu tinha visto. Ele era do tamanho do Asa, sem falar que ele era bem mais feroz e tinha um brilho sanguinário nos olhos.
- Droga – falei.
O cão tentou me matar mais Asa tirou me tirou do caminho do monstro, de onde ele tirou essa coragem eu não sei o que sei é que ele me salvou .
- Asa – falei calmamente – temos que matar aquele cão , o acampamento depende de nós.
Ele soltou um guincho angustiado.
- Não, não podemos fugir – falei – vamos ficar e lutar agora fique paradopara eu poder atirar flechas no monstro.
Asa fez o que eu mandei , e fiquei atirando flechas no cão , tentando matá-lo , mas as flechas não faziam nenhum efeito cão,então resolvi apelar.
- Asa, preciso que você distraia o monstro para eu poder matá-lo, essa é a nossa única chance – falei.
Asa não parecia muito feliz com a idéia mais resolveu obedecer, ele me deixou atrás do cão e ficou golpeando com as suas patas ferozes.
-Essa é minha chance – falei – é agora ou nunca.
Foi quando tudo deu errado , o cão arranhou Asa, fazendo eu gritar, revelando a minha localização. O monstro tentou me esmagar com a sua para mais desviei rolando, então tive uma louca ideia. Corri para longe do cão e esperei seu ataque, como eu planejei o cão tentou me abocanhar, mais eu só fiz dar um passo para trás e pulei na sua cara pegando um impulso e indo em direção ao seu pescoço, fincando assim a minha espada no pescoço do monstro, que se dissolveu lentamente em pó dourado. Cuidei dos ferimentos do Asa, e graças aos deuses o resto da patrulha não foi mais interrompida por monstros.


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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Miranda Labarete em Seg Ago 06, 2012 2:30 am

Lucc tinha ido e de acordo com a divisão , era minha vez de ir patrulhar a fronteira
Eu estava como todo dia escutando musicas no meu MP3 e tentando memorizar algumas receitas de cura com um livro que peguei emprestado de Natalia quando ai alguem chegou no chalé de Hermes e disse:
-Miguel Sua vez
Levantei meu olhar e vi que na minha frente estava Perseu, o coordenador dos patrulhadores (ele que dividia os dias e horas) Quando notei a presença dele me levantei e fui pegar minha espada curta e meu escudo pequeno e ai eu falei:
-Equipamento ruim esse
-Quer o meu emprestado ?
Disse Perseu
Eu falei:
-Não ,melhor ficar com o meu mesmo, obrigado ja estou indo
Logo apos vestir meu equipamento , fui pra a cabaninha que parecia um ponto de onibus no meio da noite chuvosa , suspirei e disse:
-Se for sempre assim posso dar conta , não sei por que os outros meninos ficam gemendo por essas falhas , os monstros não notam
Quando ai um minotauro apareceu com uma fralda branca descartavel, apertei o cabo da minha espada ja pronto pra dar uma mortal e ir ao ombro do Minotauro , mas como tudo não são flores, tinha uma garota morena no ombro do maldito e ela parecia tar inconsiente e com a camiseta do acampamento então prescisava ter cuidado com o minotauro, Suspirei e disse:
-Otimo , se tivessese pegado o emprego de enfermeiro talvez as coisas seriam mais simples pra mim e eu não taria tendo que salvar garotas inconscientes de minotauros bebes.
Falando isso peguei minha espada e tentei correr atras dele pra poder dar uma facada , mais ele tentou pisar no meu pé , simplismente me agaixei e deixei a espada levantada pra cima, não demorou muito e ele ficou gemendo pulando com um pé só, quando percebi que ele iria jogar a garota em cima de mim eu gritei:
-NÃO NO MEU TURNO !
E ele jogou a garota bem em cima de mim , mais por sorte a peguei e deixei no ponto de vigilia e fui enfrentar o monstro
Eu percebi que ele tinha um bastão com umas coisas que pareciam ser pregos e ele tentou bater na minha cabeça , eu desviei rolando pra direita e enquanto ele tentava tirar eu fui e subi na maça dele , mais bem na hora ele ja tinha tirado a maça, mugiu e levantou pra cima e ai eu disse:
-CALA A BOCA BICHO FEIO !
Falando isso eu fui pro ombro dele e dei um golpe no focinho e ele tentou passar a mão e me matar como um inseto , mais fui me segurando no focinho e numa subita manobra eu dei uma facada na parte de tras da cabeça dele, eu ia cair por que o minotauro ia se dissolver em pó, mais fui pegar o galho forte de uma arvore , enquanto segurava com força e uma só mão e a outra segurando a espada , fiquei pendurado ali vendo o minotauro se dissolver em um pó dourado , logo depois desci e peguei a garota no colo e fiquei andando até a casa grande com ela ainda inconsciente ,Até achar Alessandra Seixas , a garota da tropa de resgate fazendo uma volta noturna , Eu corri gritando até ela e ela quando me notou disse:
-Garoto e ... Ela está inconsiente ?
-Sim ela está , pode levar ela até a enfermaria ?
-Claro que sim !
E Alessandra pegou a tal garota em seus fortissimos braços (que era de tanto carregar gente pra lá e pra cá) e levou ela até a enfermaria
Mais tarde voltei ao portão e vi Alessandra correndo atrás de mim e gritando:
-MIGUEL ... A GAROTA ... ELA ELA !
E eu disse:
-O QUE ? SEJA MAIS DIRETA ALEX ! SE ACALME !
E Alessandra bebeu um pouco da agua do cantil dela e disse:
-A GAROTA , LOGO APÓS EU DEIXAR ELA NA MACA ELA SE DISSOLVEU EM FUMAÇA VERDE QUE DEPOIS VIROU FOGO , SORTE QUE EU ACHEI UNS BALDES DE AGUA E APAGUEI O FOGO BEM EU PRA MIM CHEGA ! NUNCA MAIS VOU DAR VOLTAS NOTURNAS
E eu falei:
-Ok , isso tudo ta muito estranho pra mim
E após essa noite não teve mais interrupções mais quando meu turno acabou eu disse:
-As coisas acho que não vão acabar por aqui *suspira* melhor consultar o oraculo

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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Miranda Labarete em Sex Ago 10, 2012 2:00 am

Após consultar o oraculo deu uma resposta estranha como :Não há previsões no momento fiquei tão zangado que quase dei um tapa em Rachel , mais Delfos sairia na hora , então perguntei pro capitão perseu se poderia ir patrulhar essa noite ,ele disse que sim e suspirou por não poder ganhar seus tão sonhados dracmas, então fui ver a entrada
Quando cheguei lá vi 2 harpias pegando uma garota com roupas marrons e quando ia ajuda-la eu vi a garota pegando uma adaga e cortando a cabeça de uma e enfiando na cabeça da outra e deixando lá , fui até lá e perguntei:
-Quem é você ?
E ela quando percebeu minha prescença se virou e apontou a adaga pra mim ela disse:
-Quem é Voce !?!
E eu disse:
-Miguel Labarete !
E ela falou em resposta
-Vitoria , Vitoria Pinho, Pera ai voce não é o suposto filho de hades ?
E eu:
-Eu mesmo , riquezas, minha irmã é morte
Vitoria falou em resposta:
-Mais então voce é romano ?
E eu disse:
-Não não sou romano, Basta de conversa , voce é o que afinal ?
-Caçadora de Artemis.
-Artemis , ela está aqui ?
-Informação secreta ,não falarei.
Mais do nada uma chimera apareceu , mas por sorte flechas eletricas foram jogadas na mesma que logo após morreu, e Artemis mais as caçadoras surgiram pulando de uma moita,e ficam atirando flechas na chimera e a derrubando
Artemis disse:
-Olha minhas campistas ficarão aqui ,alguns monstros sairam do Tartaro e eu vou ter que dar um jeito
E eu disse em resposta:
-Bem Campistas de Artemis , podem ir pros seus chalés
E elas disseram:
-Não , nos ficaremos aqui na patrulha
E eu falei:
-Voces vão pro chalé , não é que voces sejam garotas e boatos de sexo fragil , mais esse fardo é meu e eu tenho que lutar contra os bichos por aqui.
E elas disseram:
-Mas ...
-Mais nada ! vão pros seus respectivos chalés
Eu disse em resposta.
Logo após essas palavras Artemis saiu dos limites do acampamento e as campistas sairam tambem , Artemis não concordava comigo , queria que as campistas tomassem conta pois não confiava em mim ,mais era ciente das regras
Mais tarde veio 3 dragões com 7 harpias juntas , e ninguem parecia ser feliz , me perguntei como iria combate-los , pois arco não tinha , então tive que improvisar
Uma harpia tinha chegado e quase me dado uma lançada com uma lança rudimentar pessima para batalhas , como a harpia não tinha habilidade nenhuma , simplismente tinha subido na lança e usei como catapulta pra poder ir me segurar nas costas de um dragão , que o mesmo tinha ido impulsionar-se com toda sua força no chão e, ciente de que eu amorteceria a queda , mais eu pulei pra pata de outro dragão e observei ele subindo e batendo de cara em uma arvore mais o dragão que eu estava, esse era mais esperto ,ficou sacudindo a pata até eu cair nas costas de uma harpia , que enfiei uma facada nas costas e virou pó pulei na pata de uma outra harpia que foi pra cima , percebi que elas não pareciam estar nos seus melhores dias, mais peguei a bolsa de uma haripia que estava cheia de coquiteis moltovs de fogo grego , taquei um na cabeça de uma harpia que tava junta com mais duas , as 3 viraram pó , e cortei a perna dessa que tava , cujo tambem virou pó , quase ia cair no chão ,mais impulsionei-me pra as costas de um dragão , que taquei a espada em uma harpia , mais ai como pegaria a espada de volta ? , eu simplismente fiz o dragão voar até lá , e pulei pra pegar a espada antes que caisse no chão , ai enfiei a espada nos dois outros dragões que tambem cairam , mais um sobreviveu , eu iria deixa-lo no estabulo , desci e peguei uma das espadas das harpias , eu achei a espada um tanto quanto moderna ,e vi um nome nelas dizendo : Nocturne (mais obviamente a minha era de bronze celestial) e os coquiteis moltov de fogo grego e fui correndo até encontrar uma das ninfas e pedi pra ela deixar a espada e as garrafas na loja de armas , e ela saiu correndo pra poder fazer o favor que pedi , pois estava curiosa tambem , e ai depois quando voltei ja era o fim do meu turno então fui descansar.


Fim de Interpretação

1200 XP e 2300 Dracmas. Você tem uma imaginação fora do comum *-*
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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Miranda Labarete em Dom Ago 12, 2012 8:10 pm

Como Lucc e Perseu iam vigiar juntos a entrada sul sobrou pra mim e a entrada sul é mais relaxante pois é nessa que os campistas normalmente chegam , e tambem sempre tem algum descuidado que deixa cair algo pra nos , ou o trafeco de hermes que chega , como o que aconteceu hoje ele normalmente usa aereo , com grifos mais hoje ele usou uma moto.
Inicio de Interpretação
Um dos filhos de Hermes tinha chegado com uma moto amarela , não pude identifica-lo , por causa do capacete de ferro que estava usando e fazia parte da armadura de vicia , mais voltando ao assunto a moto chegou e ele disse
-Olá , Trafeco de Hermes !
E já estava abrindo a boca pra permitir a passagem pra ele e sua moto de corrida , mais uma harpia o pegou pelos braços e começou a voar pro alto , muito alto mesmo e ai eu fiquei olhando ele subindo e é claro preocupado , por causa da harpia que pegou o garoto , bem então tive de improvisar para salva-lo , mais como ?
Ai lembrei do truque que aprendi na ultima vigilancia , mais não tinha nada forte o suficiente para ser uma catapulta pra mim , então tive que improvisar para salva-lo então tive de improvisar , ai finquei o meu escudo no chão e ai pensei de novo , não posso errar o alvo , ja ligando a velocidade , botei a moto a toda velocidade e ela foi lançada no ar na direção da harpia ,meti a moto em cima dela , que caiu e soltou o garoto ai eu peguei ele pelos meus braços e ele ficou a salvo nos meus braços enquanto a harpia sofria com a roda da moto a toda velocidade , que prescisava de algo pra amortecer a queda e ai a moto foi caindo , e a harpia embaixo da moto
Por fim a moto caiu em cima e ficou em cima de um montinho de poeira e ai eu desci dela , e disse pro filho de hermes ir pro camelo por que tinha gente esperando ele e ai ele dise que sim , desci da moto e ele pegou o comando e saiu , bem voltei aonde estava e tudo ficou bem.

Ártemis- seu trabalho ficou bastante confuso principalmente a primeira linha. a sua luta com a harpia ocorreu muito rapidamente tente diminuir a velocidade da luta e prestar a atenção no que escreve . 100XP e 200 dracmas
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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Miranda Labarete em Qua Ago 15, 2012 1:27 am

Bem , mais uma noite teria que ser dada para mim , afinal os coitadinhos estavam cansaderrimos de taaaaaaaaaaaaanto trabalho e rola pra lá e rola pra cá , bem por fim tive que ir pra estrada sul , o chefe perseu disse que era muito melhor nós termos pegasos (por causa dos meus casos de harpias e e.t.c. mais tanto fazia agora , tinha que vigiar , peguei o pegaso e fui voando até a entrada , e começei meu turno de vigia, invoquei meu arco e minha flecha , pra simplificar as coisas , por fim teve uma coisinha inusitada hoje , Medusa...
Como eu soube que era ela ? ,simples , com meu anel de artemis , vi uma mulher de oculos e apontei com força e li a mente dela que dizia:
-Vou invadir esse acampamento e me vingar de Percy
E pensado isso , me deu uma vontade de pegar o arco e flecha , mais quis brincar um pouco com ela , deixei o arco e flecha preparado e ela ficou surpresa com a atitude minha e do pegaso , antes que ela pudesse tirar os oculos eu disse:
-Para Passar do Portão Sete respostas Corretas devem estar , uma errada , voce está morta
E ela :
-Tá querida um minuto
Dei uma leve apontada nela e vi o pensamento que era:
-Tenho mais o que fazer do que as charadas de uma pirralha
E comecei as perguntas:
- Por que a Medusa teve seus cabelos transformados em cobras ?
- Por que paquerou poseidon no templo de Athena , que em seguida transformou o cabelo em cobras.
Disse ela.
E eu em resposta:
- Qual é a resposta de 79x52 ?
Ela pensou um pouco e disse:
- 1213
E eu mais uma vez:
-Por que secamos a toalha ?
Ela:
-Pra não acumular poeira
Eu:
-Qual a cor do cabelo de afrodite ?
Ela:
-Ruivo.
E levou uma flechada na cabeça , Afrodite tem o cabelo aleatorio , ela deveria ter respondido isso , bem peguei os oculos dela e guardei no meu inventario ,e fiquei aliviada por não ficarem tendo estatuas pelo acampamento , seria estranho , bem fim de relatorio da patrulha

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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Miranda Labarete em Dom Ago 26, 2012 6:15 pm

Bem , agora eu estava prescisando mesmo de algumas dracmas , e prescisava ser algo grande , não um simples monstrinho qualquer , então botei neko pra dormir ,peguei meu arco e flecha e fui até a entrada , Lucc disse que não , que hoje era o turno dele , mais eu disse que não prescisava , eu cuidaria essa noite , então ele sorriu e foi pra barraca dele, e todos foram dormir e as harpias começaram a patrulhar (elas não comem os patrulheiros da fronteira)
Ai eu notei uma coisa inusitada nessa patrulha , Eram cães infernais , não , Eram harpias , não , eram as famosas vacas verdes alieniginas , não mais estranho ainda , eram Lotus Eaters andando por ai com os olhos cores de rosa e suas roupas de elvis presley , sem falar que estavam sujos e parecendo zumbis ,ai eles estavam chegando e eu pensei:
Que porra é essa ?
Ai eu disse:
-Saiam daqui senhores por favor
E ai um me deu um soco , e disse:
-Agora voce vai ver !
E louca de raiva dei um chute na bexiga dele e dei uma joelhada no nariz, e outro chute e ele caiu pro lado, ai notei que ele estava como se não tivesse sentindo nada e eu disse:
-Zumbis
E eu fiquei tacando flechas na cabeça de todos , 2 por vez, e eles caiam e ai quando vi , só sobravam 4 zombies , e eles estavam pertos demais pra eu tacar flechas , então saquei minha adaga e disse:
-Estão prontos ?
Ai eu dei uma mortal e dei um chute no queixo de um , que cambaleou e caiu em cima de outro , depois eles disseram:
-Buuuunker 35
ouvindo isso ardi de raiva , senti o meu sangue todo ir pras mãos e pra cabeça , dei uma mortal e um chute no queixo de um e disse:
- NO BUNKER DAS CAÇADORAS NÃO
E corri mais pra frente , peguei meu kit de armadilhas e armei umas minas , e notei que eles estavam chegando, escalei uma arvore e fiquei sentado lá em cima de pernas cruzadas , via os 4 chegando , e o primeiro pisou e explodiu pro alto , que ai depois atirei algumas flechas nele , que virou pó , ai eu vi outro sem a perna , e atirei nele , um tropeçou e deu de cabeça , que explodiu e virou pó , e o ultimo dei uma flechada no peito , que caiu e deu de costas em uma mina , ficou com um buraco no peito e virou pó , e ai desliguei as minas, sai de cima e fechei meu turno

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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Paulo Moura Labarete em Dom Ago 26, 2012 8:00 pm

[b]
Me pediram pra fazer a patrulha. E eu fui. Só não sabia que ia ser tão difícil.
Estava andando de boa nas fronteiras, junto com Caronte, meu lobo até que comecei a ouvir algumas folhas se mexendo. Como bom filho de Hades que sou, enxerguei no escuro melhor do que o que estava do outro lado imaginava. Então vi o que era. Dois esqueletos e três Myrmekos. Bom, nada muito preocupante, certo? Eu também pensei isso. Até aparecerem dois zumbis. Não foi difícil, estava com a Blade of Olympus que senhor Zeus me deu, e rapidamente matei dois esqueletos. Os Myrmekos mais me irritavam do que atacavam. Até que eles cuspiram em mim. Achei nojento e logo entendi: Era veneno. e aquilo estava me machucando. Não iria dar para continuar, especialmente depois do zumbi 1 me cortou. Usei o fogo infernal, minha habilidade de Filho de Hades para queimar os Myrmekos. Meio cansado, tive a agradável surpresa de ver que Caronte tinha dado cabo de um zumbi. Só sobrou um. Cortei-o e ele morreu, e vi porque eles estavam lá: Tinha um tipo de humanoide controlando eles. O que era, só os deuses sabem. Ele perguntou o que eu fiz, e eu disse que protegi o acampamento. Começamos a lutar. Ele me corta na barriga, e eu começo a sangrar. Eu tinha medo, e caí de joelhos. Vendo meu sofrimento, ele fala:
- Semideus idiota, acha que pode me derrotar?
Assobio para Caronte, que compreende meu sinal. Caronte se move para trás do humanoide, e usa seu poder de lobo infernal.
- Eu tenho certeza.
Com minhas últimas forças, jogo fogo infernal nele enquanto Caronte o ataca por trás. Ele se desmancha, e eu desmaio. Quando acordo, tenho a agradável surpresa de ver que Caronte havia me levado ao Chalé de Hades.

Atena: 1000 XP e 500 Dracmas. Ficou muito bom, só acho que poderia ser um pouco mais longo por ser uma patrulha e não um simples treino, e, talvez ter mais detalhes.
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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Samantha Labarete em Seg Ago 27, 2012 10:17 pm

Era a minha noite na Patrulha.Dessa vez e talvez em outras,levaria o novato filho de Hades,Paulo Vanesso (meu primo Rolling Eyes ) para me ajudar & fazer companhia.
Era uma noite gelada,sem estrelas.Era uma noite triste.
Chegamos lá,envoltos em pesadas capas que se arrastavam pelo chão. Paulo empunhando sua Blade of Olympus & eu,meu arco lunar e minhas flechas,guardadas na aljava.
Estava tudo muito quieto.Os nossos animais,estavam sentados imóveis.
De repente,do meio do mato,surgem 3 enormes cães infernais,rosnando e babando.As bocarras abertas e os olhos fixos em nós.
Rapidamente,ele sacou a lâmina,e eu,meu arco.Os cães permaneciam imóveis,apenas rosnando.Estavam ligeiramente inclinados para frente,em posição de ataque.
Largamos,de um movimento,as capas,para nos dar maior agilidade.
Não que a nossa Visão Noturna fosse inútil,pelo contrário,auxiliava bastante em vigílias á noite escura,como essa.Mas contra inimigos como cães infernais daquele porte,que possuíam habilidade semelhante,não era lá uma vantagem.
Cansados de esperar o seu "jantar",os cães atacaram velozmente,saltando sobre nós.
Conhecendo o estilo de luta um do outro,bastava um olhar e já sabíamos o que fazer.Desviamos do ataque triplo com alguma dificuldade,afinal,éramos dois semideuses contra 3 cães infernais deveras...Robustos.
Mesmo que pareça irresponsabilidade,deixamos nossos pets cuidarem de um dos cães,enquanto Paulo cuidava de outro,e eu do terceiro.
A vantagem que tínhamos sobre os cães era a agilidade.Embora grandes e fortes,não podiam se esquivar nem mudar de direção tão rápido quanto a gente e isso os atrapalhava.
Utilizando desse recurso,eu desviava dos ataques do cão,escorregando por baixo de seu corpo e,enquanto ele não se virava,acertava várias flechas em seu dorso.
Paulo,utilizando a Blade Of Olympus,utilizava a mesma tática.
No entanto,em um momento de distração,levei uma forte patada na região do estômago que me levantou alguns metros e me deixou sem ar por alguns segundos.Vendo que seria uma queda violenta,utilizei-me do impulso para ir parar bem no lombo do cachorro,cravando minha adaga de bronze bem fundo em seu pescoço,fazendo-o cair ao mesmo tempo que Paulo fincava sua faca no coração do outro animal & nossos lobos liquidavam o terceiro cão.
Quando todos os três cães já haviam sido mortos,nosso turno já estava pelo fim.
Juntamos os objetos e apanhamos as capas.Respirando pesado e um pouco doloridos,rumamos para o chalé. Fora uma luta e tanto.


Atena: 1100 XP e 550 Dracmas. Gostei do treino, principalmente do trabalho de equipe. Ficou bem interessante.


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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Samantha Labarete em Ter Ago 28, 2012 4:38 pm

Cheguei bem disposta para fazer a patrulha,novamente acompanhada por Paulo,Caronte e Rupert.
Havia pegado um turno extra,mais longo,pois estava entediada.
Havíamos prendido nossos lobos com coleiras.
Essa noite o céu estava coalhado de estrelas e o clima,mais quente.A grama estava ligeiramente molhada,e nossos passos faziam um barulho de trituração,somado á respiração arfante dos animais e pios distantes de pássaros.Fora isso,era uma noite calma e silenciosa.
Paulo brincava com a Blade of Olympus,atacando o ar.
Dando uma olhada mais além,vislumbrei o vulto de algo caído,amontoado,logo abaixo da colina.
Sem pensar duas vezes,puxei o braço de Paulo,fazendo-o escorregar um pouco e corri colina abaixo.
Ali,esparramado pela grama orvalhada,estava um semideus ferido,em armadura grega completa.
O garoto,que aparentava aproximadamente 15 anos,estava pálido e desacordado.
Pegando o cantil de água,Paulo jogou um pouco de seu conteúdo no rosto do garoto,o que o fez acordar assustado.
Respirando com dificuldade,e sem dar palavra,o menino apontou para sua perna esquerda que apresentava um corte feio e viscoso,de aparência esverdeada,cheio de veneno.
-Quem te fez isso?-Perguntou Paulo,grave.
Com um fio de voz rouca,o rapaz conseguiu balbuciar:
-D-Drag...o-E desmaiou.
Um pouco surpresa,mas já sabendo do que se tratava,pedi a Paulo que levasse o menino até o acampamento e o deixasse nas mãos do sátiros e enfermeiros.
Paulo apoiou o menino nos ombros,e subiu a colina novamente.
Intrigada,me agachei e notei que haviam algumas pegadas perto de onde o garoto estava caído.Pegadas com garras.Paulo já havia chegado.
Sem trocar uma única palavra,seguimos o rastro do Monstro,saindo da fronteira,e chegamos á uma clareira,onde,dormindo,estava um deslumbrante dragão.
Inteiramente negro,escamas reluzentes e enormes asas coriáceas,o dragão dormia a sono solto.
Ele ferira um campista,tínhamos de matá-lo.No entanto,eu pisei errado.O "crec" de um galho seco esmagado por meus sapatos,fez com que o dragão abrisse dois enormes olhos leitosos.Ele era cego.
O dragão bufou,e em seguida farejou.Um rosnado.Paulo Já estava ao lado dele,com a lâmina preparada.O dragão se levantou,abriu as asas gigantescas,em seguida, "olhou" diretamente para mim.
Me abaixando lentamente,joguei uma pedrinha em uma moita,que fez barulho o suficiente para fazer o dragão se virar e caminhar pesadamente até ela.
"Agora"-Sussurrei.
Paulo levantou sua lâmina,e,com toda a força que conseguiu reunir,golpeou a cauda do bicho,decepando-a.
Um urro ensurdecedor.Preparei minhas flechas,e, aproveitando o urro,atirei.
Ambas as flechas foram cravar-se no céu da boca do Dragão que,enfurecido,se virou rapidamente dando uma patada violenta em Paulo,que saltou sobre ele e arrastou sua lâmina sobre a dura couraça do animal,cortando-a de fora a fora.
O dragão se desfez em pó.
-Dessa vez demos sorte.-Comentei.
-Ainda bem que era cego,ou teríamos virado churrasco.-Disse Paulo,limpando sua espada na manga.
-Parecia idoso.
Estava com um pouco de remorso.Tínhamos atacado um cego '-'
-Era nosso trabalho.-Ele apanhou duas presas do dragão que haviam sobrado e me deu uma.-Vamos.
Apanhei o objeto e voltei para a Fronteira.


Ártemis - 1.500 XP 2000 Dragmas -adoreiii tem bastante detalhes

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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Paulo Moura Labarete em Qua Ago 29, 2012 10:51 am


Ok, depois de descobrir a lojinha da Nat, eu precisava URGENTEMENTE de mil milhões de Dracmas para torrar lá ( :3 ).
Então fui para a patrulha da fronteira, dessa vez sozinho. Queria ver se as armas que eu comprei (Adivinha onde? ) me ajudariam. Era mais ou menos meio-dia, e eu estava entrando na floresta, pois havia visto alguns vultos ao longo da minha patrulha. Logo de cara, encontrei três Telquines. Quase não consegui derrotar dois na minha reclamação, mas quem sabe agora eu conseguisse, com meus poderes novos. Logo me armei com o escudo, e deixei ao meu lado as espadas, as tonfas, e os escudos de libra e minha Blade. Fui à faca com um tridente (Irônico, não?). Rapidamente investi no primeiro Telquine, mas ele era muito rápido. Me virei a tempo de vê-lo me derrubar e machucar um pouco minha barriga. Não podia ligar para dor, e enquanto haviam mais dois telquines. Me concentrei para utilizar minha Presença Amedrontadora. Funcionou bem nos outros dois Telquines, mas falhou no que estava em cima de mim. Então fiz algo que nem eu sabia ser capaz de fazer muito ber, nunca havia usado essa técnica muito: O Magnet. Fiz as armas de libra voarem para mim, e como o Telquine estava em cima, foi ferido. Me aproveitei do ferimento do telquine 1 para usar os tridentes no telquine 2 e 3, os matando rapidamente: Pelo visto os tridentes eram muito bons, mesmo sendo réplicas. Imagino os reais. Mas o telquine um ainda estava lá, e muito enfurecido. Rapidamente me livrei dele, utilizando a minha fissura, depois de travá-lo com minhas sombras. Peguei as armas de volta e segui em frente. Quando continuei o caminho, vi que existiam pegadas profundas. Estava começando a ficar procupado. O que era aquilo?
Segui o caminho, e vi o motivo das pegadas: Uma manticora. Comecei a me desesperar, era a primeira vez que eu enfrentava uma manticora. Não satisfeito, um ciclope apareceu também. "Merda!" Comecei a pensar. Então reparei que não havia outra opção: Teria de usar esqueletos... Mas eu não confiaria as armas de libra neles. Usei as sombras para criar 6 mãos-de-sombra: duas para os escudos, duas para as tonfas e duas para os tridentes, enquanto eu me virava com as espadas. Ordenei que as sombras atacassem o ciclope, que seria burro de mais para notar algo, enquanto eu dava conta da manticora. E teria de o fazer como estava, não tinha muito MP sobrando. A manticora veio me atacar, me aproveitei e desviei, enquanto rasgava um pedaço do lombo dela. Ela caiu, e me aproveitei para controlar minhas sombras.. Joguei o escudo (Se acha que isso não fez sentido, leia o Spoiler no fim da narração) e fiz o ciclope cair, enquanto furava o olho dele com o tridente. Mas eu me distraí, e a manticora me atacou, mordendo meu braço direito, justo o mais forte. Então tive de trazer para meu lado as tonfas. Usando elas, quebrei uma pata da manticora. Ela pareceu nem sequer ligar, continuou vindo em minha direção. Deitei no chão e ergui a espada. Cortou um pedaço da barriga dela, porém não tinha força suficiente com a mão esquerda e deixei a espada cair. Peguei-a de volta rapidamente e levantei. A manticora pingava sangue, mas eu ainda dava conta. Usei as sombras para bater nela com as tonfas, e cortei a cara dela com a mão esquerda. Não foi um corte profundo, mas foi suficiente. Ela desapareceu. Me virei para o ciclope. Ele estava caído no chão. Foi simples, peguei a espada e cortei o pescoço dele. Ambos os inimigos sumiram. Voltei para o acampamento antes que aparecesse mais algum. Que dia!
Spoiler:

Habilidades utilizadas:
Magnet
Controle de Sombras
Fissura
Armas:
Tonfas de Libra
Escudos de Libra
Tridentes de Libra
Espadas de Libra
Informações adicionais:
O escudo de libra pode funcionar como peso na ponta de uma corrente. Quando é avaliado, vê-se que há uma corrente, que faz com que ele possa servir para ser enrolado nos pés do Ciclope. Isso se vê quando a Armadura de Libra está fora do corpo do cavaleiro, o formato de balança é auxiliado pelas correntes de libra, que fazem com que o escudo fique suspenso para se fazer dos pratos da balança. Também é notável quando Seiya destrói o Pilar do Atlântico Norte, guardado por Bian de Cavalo Marinho, na Saga de Poseidon.


Atena: 1000 XP e 500 Dracmas. Adoro o jeito que você usa os seus poderes, e achei a batalha muito interessante. Você fez bom uso das suas novas armas :3
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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Samantha Labarete em Sex Ago 31, 2012 6:10 pm

Não havia muito tempo que eu tinha terminado minha última vigília,mas já estava pronta para outra,desta vez diurna.
A minha esperança de que fosse uma patrulha tranquila,desapareceu quando,por entre os arbustos,surgiu um monstro que não me era familiar.Era realmente diferente.
Aparentava ser uma serpente,enorme e grossa como um tronco de árvore,toda de prata.
Seu nome,eu desconhecia.
A serpente abriu a boca,e eu pude enxergar suas presas,finas e venenosas.
Ela sibilou,e se arrastou até mim lentamente.Se ergueu e eu vi seus olhos amarelos brilharem de maldade.
Saquei o arco e as flechas,melhor seria se acabasse logo.Me desviando da primeira mordida,lancei duas flechas em direção ao seu peito.
Para minha surpresa,ambas caíram ao chão,sem efeito algum sobre a cobra.
Então eu vi algo brilhar na luz do sol,e descobri que suas escamas eram feitas de aço.Excelente.
Desviei de mais uma de suas investidas,mas a cobra me acertou com a cauda,derrubando-me.
A serpente aproximou-se,sibilando maldosamente e arreganhando as presas cheias de veneno.
Os únicos lugares em que poderia acertá-la seriam os olhos e a boca.Saquei minha Katana com fio e me levantei de um salto.
A Katana era impressionantemente leve e eu a manejava com destreza e facilidade.
O problema é que a cobra era um pouco alta demais para uma garotinha de 13 anos,então,eu teria de fazê-la se abaixar,até que eu pudesse acertá-la.
O plano era distraí-la com a Katana,me tornar parcialmente vulnerável,para que ela investisse e eu pudesse lhe cravar a adaga de bronze celestial.
O plano quase funcionou: Lhe dei um golpe com a Katana,que,obviamente,falhou.Me desviei de um ataque e deixei ser derrubada por sua cauda.A cobra sibilou com frustração e se abaixou para me morder.
De acordo com o planejado,enfiei minha adaga em seu olho esquerdo,e ela virou pó.
No entanto,notei tarde demais que uma de suas presas havia perfurado minha perna.
A ferida era feia.Uma perfuração profunda empapava minha calça de sangue e minha perna ardia muito,muito mesmo.
Mancando e gemendo,me dirigi a enfermaria.Fora uma patrulha difícil.


Atena: 1000 XP e 500 Dracmas

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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Miranda Labarete em Dom Set 02, 2012 2:39 pm

Bem, estava realmente com outra pressa dos inferno , então peguei o meu lobo de fogo e minha caixinha e fui , já peguei minha katana pra poder combater o que desse e viesse
A patrulha estava calma até 3 garotas e 1 sátiro chegarem , elas disseram:
-Somos semideusas !
Eu sabia que aquilo estava fingido até demais então disse podem entrar , e peguei o mais novo e pus a arma na cabeça dele enquanto gritava:
-PRA QUEM VOCÊS TRABALHAM ?
E como as 2 irmãs não demonstravam nada , o sátiro ficava gritando e eu disse em resposta:
-Não acredite , são monstros.
E dei um tiro na garota.
As outros duas garotas mudaram de forma , uma perna ficou peluda e a outra ... bronze ? empousas ?
E saquei minha katana (a munição acabou e não dava tempo de carregar) e a do meio tentou me dar um chute na cabeça com a perna de bronze , peguei a perna e arranquei (era frágil) e dei um chute nela com o proprio pé , ai ela caiu no chão e dei um chute na orelha dela com o salto do sapato , ai eu tirei o pente e pus denovo , e dei um tiro na cabeça dela , após ela ter virado pó , a ultima a mais velha veio pra cima de mim , como a perna dela era pesada , era impossível , mais então corri pra trás , saquei minha adaga que estava num bolso da perna e comecei a lutar contra a ultima empousa , ela me deu um chutão e sacou sua espada uma espartana , ela tentou me cortar ao meio , mais dei um giro para esquerda que fez a espada dela ficar presa no chão , fui nas costas dela e enfiei a adaga nela , que virou pó.
Ai o sátiro estava paralisado e começou a me agradecer e eu disse pra ele ir pra floresta , e ele foi e continuei com a patrulha , não aconteceu nenhum outro problema
Fim de Relatório

Atena: 1000 Xp e 500 Dracmas. Ficou bom ^^
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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Samantha Labarete em Seg Set 03, 2012 3:36 pm


Era,novamente,minha vez na patrulha.Conforme eu havia pedido,essa seria uma patrulha noturna.
Eu sempre gostei das patrulhas noturnas,não apenas por elas aumentarem mais minha força,mas também por serem mais agitadas.
Estava subindo a colina,quando,de repente,chegou aos meus ouvidos um barulho estranho,como patas batendo no chão.
Não eram patadas comuns,como quando o animal está andando,mas sim patadas furiosas de algum bicho nervoso.
Caminhei em direção ao som.
Perto da arena de treinamento,estava um grifo,enorme,belíssimo.
O grifo estalou o bico,furioso.Estava claramente me avisando para não aproximar-me.
Logo soube o que o deixava irritadiço: havia um espinho preso,em sua pata traseira esquerda.
Não podia simplesmente matá-lo,afinal,era apenas um animal ferido.
Com um assovio,chamei meu lobo de estimação.
Rupert latiu e rosnou para o grifo,que pateou o chão,zangado.
Expliquei o plano a Rup,que parou de rosnar e se sentou ao meu lado com uma expressão de azedume.
Tentei me aproximar do grifo,mas ele recuou e estalou o bico novamente.
Não seria fácil.
Larguei minha katana e as flechas ao chão,querendo mostrar que não lhe faria mal.Foi um grande erro.
O animal urrou e investiu contra mim.Levantei o escudo a tempo,mas ainda fui derrubada.
O grifo bufou.Rupert latiu e atacou.Mais um erro.
O animal lhe deu uma patada violenta que o arremessou para dentro do lago,onde caiu,desacordado.
-RUPERT!-Gritei.
Então notei que o que eu havia pensado ser um espinho,na verdade era uma chumaço de pelos eriçados.O escuro me enganara.
Já irritada,apanhei minha Katana e as flechas do chão,em apenas um mergulho.
O grifo empinou e abriu as magníficas asas pardas,pateando o ar.
Lancei quatro flechas seguidas em seu peito,e ele,com uma velocidade inacreditável,desviou de todas elas.
O animal tentou me bicar,mas o escudo me protegeu novamente.
Rupert saiu da água,encharcado,mas vivo.Soltou um uivo prolongado e mordeu uma das asas do Grifo.
-METEOR!!!-Berrei,e Rup lançou pedras chamejantes por todo o corpo do grifo,que gritava descontrolado.
Aproveitando-me desse breve momento de distração eu cravei minha espada no dorso dele,e o animal explodiu em poeira.
Rupert estava mancando ligeiramente,e eu respirava com dificuldade.Até que não fora tão difícil.Pelo menos não saí ferida.
Voltei para o topo da colina,para terminar a patrulha.

Spoiler:

Ártemis = Parabéns 1.600 XP e 2000 dracmas


Última edição por Samantha Labarete Moura em Ter Set 04, 2012 5:35 am, editado 1 vez(es)

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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Natália em Seg Set 03, 2012 5:01 pm

Era um belo final de tarde e eu estava fazendo a patrulha da fronteira. Tinha parado para descansar um pouco na sombra de uma arvore junto Gabumon, que estava comigo, quando, do nada, uma marmota gigante aparece. Ela tinha em torno de um metro e meio(o que é bem grande comparado ao tamanho de uma marmota normal). Pego minha Katana de vento e ativo as setas do meu escudo. Além desses dois itens, eu havia levado minhas outras duas espadas. Faço Gabumon digievoluir para Garurumon e subo nele, então a marmota faz seu movimento: ela vai pra debaixo da terra e pula exatamente onde eu e Garurumon estamos. Por pouco escapamos, então Garurumon usa seu fox fire e manda um jato de fogo na marmota, que volta pra terra. Ela repete seu ataque de antes e eu atiro uma rajada de vento nela usando minha Katana e Garurumon aproveita que ela havia sido lançada em direção a uma arvore para atacar novamente, dessa vez, a acertando. Foi uma combinação perfeita. Depois disso, voltamos a patrulhar as fronteiras do acampamento, comigo montando Garurumon. Tudo continua bem tranquilo até que uma fenix de gelo adoidada passa voando por cima de nós e quase me arranca a cabeça. Me preparo, pegando minha Katana de vento, que seria minha melhor arma contra ela, e ativo as setas do meu escudo. A fenix tinha ido bem alto, e prepara outra investida. Pego meu escudo e uso minha habilidade Escudo Bumerangue para acertar o escudo nela, que dá certo >.< e ainda por cima achuca bastante ela, fazendo algumas perfurações bem graves em seu peito, mas aparentemente, isso não ia bastar. Ela imediatamente começou a congelar as feridas e logo elas não existiam mais, só tinha um monte de sangue no lugar onde elas estavam. Ela voltou a usar o mesmo ataque de antes: uma investida, mas eu parei com uma rajada de vento bem forte. A fenix começou a lançar uma rajada de gelo em mim e em Garurumon, mas ele se esquivou a tempo, pulou em uma arvore e a usou como impulso e usou seu fox fire na fenix, que foi combinado com o vento da minha Katana, o que fez a fenix virar pó. Assim que aterrisamos, fomos voltar ao chalé para descansar.

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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Samantha Labarete em Ter Set 04, 2012 9:13 pm

Mais uma vez,eu fui patrulhar.Ao cair da madrugada,quando todos os campistas estavam dormindo,eu apanhei um casaco,saí do chalé de Atena,e caminhei pela grama molhada.
Minha respiração virava fumaça naquela noite fria,meus pés escorregavam um pouco,e a cada inspiração,o peito ardia.O constante grunhido de monstros vindos da floresta me sobressaltavam,mas enquanto não apresentassem ameaça,eu não poderia atacá-los.
No entanto,um ruído diferente chamou minha atenção.O barulho vinha de uma moita,na orla da floresta.Era de mastigação,e algo se rasgando.
De espada em punho,afastei o mato,pressurosa.
O que se revelou foi uma figurinha feia e pequena,a pele esverdeada e a roupa em farrapos.A criatura tinha a cara enrugada e suja de terra,grandes orelhas pontudas e garras afiadas.Seu enorme nariz quase cobria uma boca de dentes amarelos e pontiagudos,e os pequenos olhinhos negros brilhavam de maldade.
Logo vi que era um Goblin.
Ele carregava uma espécie de facão tosco,com cabo de madeira e a lâmina grotesca parecia cega.
Ele tentava esconder,com dificuldade,um punhado de comida e carne crua embrulhada em um pano imundo.
Estava roubando comida do acampamento,e matando as galinhas.
-EI!-Gritei.-Devolva já essa comida!
O Goblin,com a expressão carrancuda,logo me mostrou que a lâmina era afiada.Me fez um profundo talho na mão esquerda.
Com um gemido de dor,prontifiquei o escudo e ataquei.A criaturinha,ágil,pulou e me atacou pelas costas.
Defendi-me e dei-lhe uma estocada,a qual ele desviou com grande facilidade.
Com repetidos golpes de espada,acabei lhe cortando fora as orelhas e fiz um corte na careca.
Em troca,ele me fez pequenos cortes na perna e o talho na mão.
Dessa vez,meu lobo estava ausente,por isso era mais difícil acertá-lo.
Teria de distraí-lo com alguma coisa.
Minha força estava maior,devido á presença da lua,mas de que adiantava se eu não podia ferir meu alvo?
Então,olhando para as costelas sobressalentes do Goblin,tive uma ideia.
Apanhei uma coxinha de frango do embrulho encardido e mostrei a ele.
Na mesma hora,o bicho parou de pular.Olhou para a coxinha com vontade e seus olhos demonstravam a fome que sentia.
Joguei a coxinha para ele.
Ele pulou sobre ela e,com péssimos modos,me deu um empurrão.Ele devorou a comida vorazmente.Parecia tão patético,sem as orelhas e resmungão,que quase tive pena dele.Aproximei-me pelas costas do Goblin,e,quando havia acabado de comer,cravei a katana em suas costas.
Ele soltou um ganido agudo que cortou a noite silenciosa.No entanto,seu berro encontrou apenas meus ouvidos,antes dele explodir em uma nuvem densa de poeira.
Limpando o sangue da espada na grama,levei a comida de volta para a cozinha e voltei para o chalé,para descansar.

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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Samantha Labarete em Qua Set 05, 2012 2:40 pm

De novo,era meu turno na patrulha.
Com um incansável desejo de aventura,apanhei a espada,as flechas e o escudo e fui para a floresta.
No cair do crepúsculo,eu caminhava sem rumo,por entres as árvores densas.
Quando cheguei ao Punho de Zeus,notei duas estranhas formas obscuras em seu topo.
As sombras se mexiam e rosnavam,mas eu ainda não conseguia distingui-las,mesmo com a visão noturna.
Uma delas,com um movimento bruto,lançou uma pedra em minha direção.
Desviei com facilidade,mas,tomando aquilo como ameaça,lancei uma flecha na direção das sombras.
Acertou a sombra da direita.
A forma,com um rugido de cólera,abriu gigantes asas e voou em minha direção,de garras entendidas.
Eram Harpias.
A outra saiu das sombras,resmungando ferozmente e me observando com os olhos apertados.
A primeira Harpia,atacou,me derrubando no chão.
Tentei lhe acertar um golpe de espada,mas fracassei,e ela me fez um arranhão na bochecha.
A outra só observava,pousada no Punho como um urubu super desenvolvido.
Era difícil acertar a primeira,pois estava voando.
Aconteceu tão rápido que quase não consegui compreender: A criatura deu um rasante,me agarrou pela gola da camisa e me prensou contra o Punho de Zeus.
Tinha uma força inacreditável.Ela batia as asas e berrava algo em grego antigo,que eu mal conseguia compreender.
Eu tinha dificuldade em respirar,e seu cheiro me deixava nauseada.Uma mistura de suor,sangue e terra que revirava meu estômago fraco.
Um pouco aturdida pela pancada,e com a visão turva,tentei pensar em alguma coisa.
A Harpia agora grunhia algo para a que estava pousada no alto.
Minha espada estava longe e meu escudo,largado perto da árvore.
Então me lembre da adaga (presente de reclamação) que carregava no bolso.
Discretamente,levei a mão ao bolso e encontrei a adaga.
A Harpia viu o que iria acontecer um pouco tarde demais:sem pensar duas vezes,cravei a adaga em seu peito,e,na mesma hora,ela virou pó.
A outra Harpia,indiferente,abriu as asas imensas e voou para longe,além da Colina Meio-Sangue.
Ajeitei a camiseta,que estava toda amarrotada,apanhei minhas armas e fui continuar a patrulha.


Artemis : Parabéns,ficou bem legal 1000 XP e 1000 Dracmas

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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Natália em Qua Set 05, 2012 5:25 pm

Eu tinha ido fazer patrulha da fronteira de novo, afinal, dinheiro não faz mal pra ninguem, faz? Estava andando com gabumon, passando por uma linda cachoeira quando um bando de 5 orcs tinham vindo me atacar. Saquei minha katana de vento e minha espada Akatsuki, as unicas armas que havia levado, junto com minha espada de gelo Kõri no Yoake e meu arco e a aljava magicas. Gabumon digievolui para Garurumon e usa seu ataque Fox Fire enquanto eu ataco eles com rajadas de vento, o que logo faz com que 4 deles morram, mas o último faz um sinal e um exercito deles sai da floresta(não sei de onde tirei isso .-.). Guardo as espadas e começo a atirar flechas sonicas e flechas explosivas, e Garurumon digievolui para WereGarurumon e começa a usar alternadamente seus ataques Kaiser Nails e Garuru Kick. Aquilo facilmente destruia eles, mas ele não paravam de vir. Cheguei a conclusão de que pranejavam atacar o acampamento com aquele exercito mequetrefe .-.. Com algumas flechas que explodiam e envenenavam os que estavam por perto, consegui derrotar eles. WereGarurumon voltou a ser Gabumon e parecia exausto, mas tinhamos que continuar a patrulha. Fomo até os limites dos limites do acampamento, mas não encontramos mais nada, mas na volta, um hipogrifo parecia estar tentando entrar no acampamento. Preparei uma fleche que seguiria ele não importa onde ele fosse, e quando ele avançou em mim, atirei. A flecha acertou um ponto vital e ele virou pó. Depois disso eu e Gabumon voltamos para descansar.

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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Samantha Labarete em Sex Set 07, 2012 11:30 pm

Mais uma vez,saí para patrulhar.
Era uma noite de verão,o céu se erguia sobre mim como um enorme manto negro de veludo,salpicado de pequenas estrelas.
A lua cheia,deslumbrante,ficava coberta por algumas nuvens escuríssimas de vez em quando.
Rupert,meu lobo,caminhava a meu lado fielmente,se afastando algumas vezes para farejar e urinar.
Andamos por um longo período de tempo,e Rup,entediado,se afastou para caçar.
Eu ia,distraidamente,tomando trilhas escuras e me embrenhando cada vez mais na Floresta.
Com um leve sobressalto,percebi que estava perdida.
Fui quase tomada pelo desespero.
Caminhava vagarosamente e cada pio de coruja ou árvore farfalhando,me levava á um mini-infarto.
Lá pelas tantas,ouvi um barulho de rosnado e garras se arrastando.
Com o coração á mil,ajeitei a Fusion Swords na mão e segui.
O barulho se repetiu.
Olhei para trás,tremendo.Nada.
Senti vergonha de mim mesma,uma garota daquela idade,com medo do escuro.
Um uivo cortou o silencio da noite.Notei que ele vinha de um lugar mais á frente.
Engolindo o medo da floresta,avancei,de arma em punho.
Um vulto gigante e peludo estava agachado sobre alguma coisa,que reconheci ser o corpo de alguém.
Notando as marcas de sangue e o volume de terra formando um caminho,julguei que a pessoa havia sido arrastada pela criatura.
O barulho se repetiu.
Olhei para trás,tremendo.Nada.
Senti vergonha de mim mesma,uma garota daquela idade,com medo do escuro.
Um uivo cortou o silencio da noite.Notei que ele vinha de um lugar mais á frente.
Engolindo o medo da floresta,avancei,de arma em punho.
Um vulto gigante e peludo estava agachado sobre alguma coisa,que reconheci ser o corpo de alguém.
Notando as marcas de sangue e o volume de terra formando um caminho,julguei que a pessoa havia sido arrastada pela criatura.
Então,o enorme vulto se ergueu e eu soube imediatamente do que se tratava: um lobisomen.
Sobre a luz da lua,que entrava por finas aberturas entre as árvores,reconheci que aquilo que o lobisomen havia matado era um sátiro.
Apertei o cabo da Fusion.Mesmo minhas flechas lunares não dariam conta de um lobisomen adulto.Seria um combate corpo a corpo.
Com um rosnado grave e profundo,o monstro caminhou em direção á minha moita.
Era agora.
Pulei de trás da moita,e lhe apliquei um golpe no focinho,usando a parte plana da espada.
Ele ganiu e cambaleou,arreganhando as presas enormes.
Logo em seguida,com passos pesados,mas velozes,agarrou a minha camiseta e me elevou no ar.
Ficamos rosto a rosto (ou focinho) e pude sentir um cheiro podre,horrível.
Ele,com uma força imensa,me atirou contra uma pedra.Bati,de costas,e contraí o rosto em uma careta.
Com a visão embaçada e a Fusion ainda segura na mão,me levantei,tonta e assoviei.
Em questão de 3 segundos,Rup pulou de trás de um arvoredo e mordeu a canela do Lobisomen,que uivou de dor e chutou Rupert para um lado.
-FIRE!!!!-Berrei.
E uma rajada de chamas foi lançada contra a criatura,ainda confusa.
Tentei atacá-lo novamente.Usando a Fusion,fiz um enorme vergão em sua perna,antes de ser novamente lançada longe por uma patada.
Furiosa,avancei em mais um ataque.
-METEOR!!!-Gritei.
E enquanto o monstro era atacado por uma porção de pedras de fogo,subi em suas costas e dei uma bruta pancada com o cabo da espada em sua cabeça.
De repente,a lua cheia foi escondida por nuvens densas e o Lobisomen começou a encolher subitamente.
Quando dei por mim,estava em cima de um garoto de cabelos muito louros,desmaiado,com um enorme corte na perna esquerda.
Eu não o conhecia.Estava coberto de trapos,sujo e com o nariz ensanguentado pela pancada.Devia estar quebrado.
Dei-lhe dois tapinhas para que acordasse.O menino,com um gemido de dor,arregalou dois grandes olhos verdes para mim e se afastou,puxando os trapos para cima do corpo e gaguejando.
Seu peito e sua barriga estavam muito vermelhos,devido ao fogo que meu lobo lançara.
Quando o garoto enxergou o sátiro morto,ficou completamente aterrorizado e muito pálido.
Tirei um cobertor de minha mochila e entreguei para ele,sem dar palavra.
-Qual seu nome?-Perguntei,enquanto ajudava o garoto a se levantar.
Ele tremia violentamente.Num fiapo de voz,ele me respondeu:
-Ed-duardo.
Eu o acompanhei até a orla da floresta,nem me perguntem como achei o caminho,silenciosamente.Rupert ainda o olhava desconfiado.
Nenhum de nós apresentava vontade de falar.
Apontei o caminho até a Casa Grande,onde iriam cuidar dele e me afastei,exausta,para o chalé de Atena.


Ártemis: Parabéns 2200XP e 2000 dracmas

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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Leticia N. Smith em Dom Set 09, 2012 10:46 am

Meu primeiro dia como patrulha na fronteira seria hoje, tudo bem para mim eu não tinha mais nada o que fazer. Sai do chalé de Artemis com meu arco na mão, a aljava nas costas, minha espada curta presa na cintura e com meu lobo que eu tinha dado nome de Dave, acariciei a cabeça dele e me encostei em uma arvore esperando algo anormal e interessante acontecer até que ouvi Dave uivando para uns arbustos perto das fronteiras do acampamento
- Fique quieto - falei, mas ele não se calou, e eu fui atras dele e percebi que ele não estava latindo para os arbustos e sim para o que estava atras deles, um dos maiores cães infernais que eu já tinha visto estava babando na minha cabeça me deixando ensopada
- Que droga bola de pelo ambulante - ele não gostou muito do comentario e ficou me encarando com aqueles olhos vermelhos. Ele não podia entrar no acampamento por causa das barreiras mágicas, mas se algum campista chegasse com um novato iria causar ploblemas, pego o meu arco e miro no olho dele, mas ele se abaixa e a flecha acerta uma arvore, olho para o cão mas ele não estava mais me encarando e sim a um campista chegando com uma garota que devia ter uns 12 anos, eles olham para o cão infernal e depois para mim e faço uma das coisas mais estupidas da minha vida. Vou correndo em diração do cão e paro embaixo dele, pego minha espada curta e enfiou em uma de suas patas, ele uiva com raiva e me chuta me fazendo voar uns 4 metros até cair no chão perto de umas pedras, eu começo a gemer de dor e o cão vai atras de mim. Olho para o campista que ainda estava com a garota e faço um sinal pedindo ajuda. Ele entende e pede para a garota ficar escondida e vai atras do cão infernal com uma espada, tento ficar de pé e vou ajudar o garoto, pego meu arco novamente e miro no olho dele, faço um tiro certeiro e o garoto aproveita para cravar a espada na barriga dele, depois que o cão infernal vira pó, peço ajuda do garoto e da garota para ir a enfermaria com Dave nos seguindo


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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Paulo Moura Labarete em Seg Set 10, 2012 9:38 am


Chego na patrulha, precisando de dinheiro. Então, vejo uma sombra um tanto quando rápida e resolvo investigar. Não sei para quê, logo que cheguei, um cão infernal me recepcionou, de modo nada amigável. Rapidamente, saco os chakos duplos de libra e começo a acertá-lo. Ele me joga longe, e eu uso as sombras para amparar a queda. Vejo que sou muito dependente das sombras, e resolvo que não iria usá-las mais por hoje. Levanto uma pequena rajada de fogo negro e dou uma pancada tensamente forte com os chakos de Libra na fuça do cachorro. Ele grita e se desfaz. Sigo em frente e vejo que havia um bando de Myrmekos. No mínimo uns 20.
- Caronte! - Chamei - Você consegue se resolver com eles?
- Au Au! - Tomei aquilo como um sim. Segui um rastro parecido com o de uma cobra... Mas bem grande.
Quando avancei mais um pouco, descobri que era um basilisco. Se ele me olhasse, eu estava ferrado. E se eu não olhasse para ele, morreria eu. Tiro os chakos triplos de libra da caixa. Eu estava em uma floresta, então a bênção de Deméter estava valendo. As plantas FALAVAM comigo. Achei estranho, mas elas me deram a localização do basilisco. Joguei os Chakos fora e peguei a Blade os Olympus. A boa e velha Blade. Imaginei que ela seria capaz de rasgar as escamas do Basilisco. Errei, e ele me deu uma pancada feia com o rabo. Caí praguejando, e então imaginei que ele iria me matar se eu continuasse brincando. Encantei a Blade com fogo negro e verde, e novamente tentei penetrar as escamas do basilisco com a espada. Consegui.Porém, ele ficou mais e mais enfurecido. E começou a me atacar loucamente. Acertou meia dúzia de golpes, felizmente só de raspão. Então pus a Blade de volta na caixa e jogo fogo negro no basilisco. Ele queima e eu vejo que Caronte havia detonado todos os Myrmekos. Volto alegre para o Chalé de Hades para assistir anime :B


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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Samantha Labarete em Sab Set 15, 2012 1:26 pm

Mais uma noite na patrulha.Acompanhada de Rupert,e completamente armada (Rebellion,Escudo) saio na calada da noite,envolta em uma grossa capa.
O vento forte bagunçava meus cabelos,e o farfalhar das árvores ao longe deixava o clima sombrio.
Rup arfava ao meu lado,e eu aguçava os ouvidos. Então eu ouvi um barulho diferente.Um som metálico.
Vinha das forjas dos filhos de Hefesto.Cuidadosamente,caminhei até lá,de espada em punho.
Então,quando entreabri a porta me deparei com um telquine,adulto,forjando uma espada enorme.
O telquine agarrou um frasco estranho,de cristal,com um líquido roxo berrante.Desarrolhou-o e pingou algumas gotas na lâmina escaldante.
-Veneno.-Sussurrei.
E,para minha grande "sorte" a criatura me ouviu.
Largando a espada e o frasco no chão com estrondo,o telquine caminhou pesadamente até a porta e a abriu com violência.
Ao mesmo tempo,joguei a capa ao chão e ataquei.
O telquine desviou-se e me deu um forte chute no abdômen.
Eu cambaleei e ele apanhou a espada que estava forjando e a mergulhou na água.
Tentei lhe dar uma estocada na barriga. Ele se esquivou e me acertou com a parte plana da arma.
Cai ao chão.O telquine atacou novamente.
Usando meu escudo,me defendi e congelei um de seus braços.
A criatura,furiosa,tentava se desvencilhar e rosnava de frustração.
Me levantei,apanhei a espada e a cravei em seu peito.O telquine soltou um último ofego e explodiu em fumaça,deixando apenas uma espada incompleta e um frasco estilhaçado.
Tremendo,apanhei minha capa do chão e voltei para terminar a patrulha.


Deméter: Muito bom! ^^ Adorei! *-*
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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Luki Seixas em Sex Nov 16, 2012 3:15 pm

Eu tinha chegado pra mais um dia na enfrermaria quando paulo falou:
-Hoje vai haver uma pequena mudança , voce terá que ir a fronteira patrulhar , ha patrulhadores feridos , em compensação voce ganhará um salario de um deles , entendeu ?
E eu falei:
-Entendi.
Logo depois eu fui pra fronteira , para poder vigiar um pouco aquele troço ridiculo, não teria que fazer nada , afinal é só ficar andando pra frente e pra tras pela fronteira , então comecei a fazer meu "trabalinho"
Quando ai de repente , eu vi um sedan preto muito luxuoso que parou na minha frente , com as luzes ligadas na minha cara.
As portas se abriram , eram lotus eaters querendo invadir o acampamento
-Desniformados.
Falei , logo depois eu comecei a atirar com a pistola de dardos tranquilizantes no carro , e começaram a cair um por um , quando chegou no 5a cara a munição tinha acabado
Saquei minha espada Sincelo e fui cortar as pernas dele , mais ele se defendeu com uma ... espingarda ? e começou a atirar em mim
E eu me desviei dos tiros , e pulei pra debaixo do carro , e me segurei lá embaixo , o lotus eater começou a me procurar um pouco , quando tinha certeza de que eu não estava lá ele entrou denovo no carro e entrou no acampamento.
Ele foi direto pra o chalé de eolo , e bateu com o carro lá no chalé , e quando estava todo detonado o chalé ele desceu e começou a judiar das harpias , corri até ele e ele me percebeu , começou a atirar com a AK-47 , levei 4 tiros mais desviei do resto , nada grave , pulei pra cima dele e cortei a garganta dele , e pedi pra harpia cuidar do corpo , ela disse que sim e começou a come-lo , logo depois fui ver o que aconteceu lá
O chalé de Eolo estava com a parede arrasada e com um monte de crianças feridas , levei-os pro chalé de Quione , e comecei a cuidar dos ferimentos deles , pus um pano umido na cabeça de cada um e os deixei pra dormir , voltei ao chalé de Éolo e vi uma coisa: O chalé estava inteiro , tirando o fato que há a parede da direita que está no chão , e no lugar dela um carro.
No dia seguinte fui acertar minhas contas com os filhos de Quione , pedi pros filhos de Atena projetar uma casa nova pra eles e os filhos de Hefesto e Ares construirem , isso é , pedi pra Miranda pedir , senão não me escutariam , e eu chamei meu robo pra poder tirar o carro dali.
Eu disse pro meu robo tacar o carro em algum lugar que não encomodasse ninguem , e ele jogou em cima do chalé de Hera , afinal , ninguem entra lá ha um boom tempo , então não notariam ...
Fui até a enfermaria pro Paulo me dar o pagamento pela patrulha da fronteira.
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Re: Patrulha da Fronteira

Mensagem por Leonard em Sab Maio 18, 2013 8:42 pm

Após tantos meses no acampamento, e eu nem sequer prestara um serviço ao acampamento, já estava mais que na hora se ser útil.

( ... )

A manhã fria e calada no chalé de Tânatos me impedia cada vez mais de me levantar da cama. Felizmente, o despertador soara pelo local, fazendo eu dar um sobre-salto sobre a cama. Os olhos enrugados e o cabelo desgrenhado, me pus a levantar e fazer minha Higiene pessoal.

Em seguida, pus minhas vestimentas ( Camisa do acampamento, calça jeans preta e Mad bull cinza ) e segui em direção ao pavilhão do refeitório.

( ... )

Tomara meu cafe matinal, e decidirá a prestar alguns serviços pelas fronteiras mágicas do acampamento.

Me dirigi a fronteira do lado Sul.

Lá pude encontrar alguns filhos de Ares fazendo patrulhas, e outros, filhos de Apolo, agachados dentre os galhos das árvores. Decidi perguntar oque era mais necessitável para mim naquela hora da manhã.

- É melhor você fazer guarda no lado leste das fronteiras, estão precisando de mais campistas lá ! - responderá minha pergunta, um dos filhos de Ares.

( ... )

Cheguei no local, e ele estava certo, pela aquela hora da manhã apenas um garotinho, de aproximadamente 12 ( doze ) anos. Me aproximei dele e perguntei:

- Precisa de alguma ajuda ?

Ele se virou, com seus olhinhos azuis reluzentes contra o sol:

- Eu bem que aceito !

( ... )

Passou-se o tempo, e eu descobrirá que o garotinho era filho de Atena. Seu nome era Bryan. Eu achara que a patrulha da fronteira era mais agitada, entretanto, passara duas horas sentado e nada de batalhas, ou o soar de espadas guinchando umas nas outras.

Até que ...

- Bluuft ! Plaaaft ! Cluuuft ! - o estrondoso barulho soara pelas fronteiras do lado leste.

- Que barulho foi esse ? - perguntou Bryan.

- Não sei mas fique ai ! - mandei.

Averiguei o local, e nada, exceto ... - Seu pescoço era uma massa de músculos e pelos que levavam á enorme cabeça, tinha um focinho tão comprido quanto meu braço, narinas ranhentas com um reluzente anel de bronze, olhos pretos cruéis, e enormes chifres pontiagudos que tinham forma de um S ondulado - era um Minotauro.

Estava batendo com seu chifre contra a fronteira mágica, se a mesma não fosse tão resistente quanto eu saberá, o animal já podia ter feito enorme estrago pelo acampamento.

- Ei, você, bicho feio ... - gritei - Pare com isso, agora !

Entretanto, ele não me ouvirá, e agora começara a bater com muita mais força. Pus meus óculos, que agora se transformava em uma armadura ( De ferro estigio ) junto de minha mão direita, minha foice dupla.

Avancei contra o mesmo, já dando um sobre-salto, abrindo minhas asas negras, e dando um chute na cara do Minotauro. Seu corpo de 500Kg rolara sobre a terra preta, parando somente, ao bater de costas sobre uma árvore. Agora, estava mais que irritado, e sim furioso, se levantou, e com seus chifres em prontidão, correu contra mim. Seus chifres passaram como um mosquito atormentando meus ouvidos na hora de dormir.

Bateu com sua cabeça tão forte na fronteira mágica, que cambaleou para o lado. Aproveitei o momento e investi contra ele, porém, seus ouvidos estavam mais aguçados do que eu imaginara. Fechou os punhos e batera contra mim. Voara aproximadamente 5 metros de distância.

- Arghh, animal incrédulo ! - arquejei, me reerguendo.

Ambos corremos na direção um do outro, entretanto, na hora certa, me pus a voar, fazendo um U sobre o minotauro e o atacando pelas costas.

Enfiara ambas as lâminas da foice sobre suas costas, que agora fazia o sangue do minotauro joar sobre minha blusa. Retirei a mesma dali, percebi que o estrago daquela arma era enorme, pois eu apenas a testará em bonecos de palha.

O rosnar do animal ecoara por toda a fronteira, naquela hora, algum campista iria de vir me ajudar. Dei um pulo para trás, junto de minha foice em mãos. O animal cairá com todo comprimento sobre a terra preta, parecia estar morto.

Fitei o animal, cara-a-cara com ele, e avisei:

- Nunca mais se meta com um filho de Tâ ... - Mas um grito, estilo super sônico cortara a minha frase, era uma criatura de feições horríveis, seu hálito atormentador fazia eu querer vomitar, e ao mesmo tempo desmaiar. Parecia um morto vivo, com câncer, e com asas ( tipo, haha ) - Me solta bicho feio !

Ambos começamos a brigar no ar. Infelizmente, minha foice cairá da minha mão, sendo que estávamos a mais de vinte metros do chão. Começamos a dar socos uns nos outros, até que consegui me soltar, e voltar para terra firme, para assim, recuperar minha arma.

Estava a 5cm de pegar a foice até que ... um " Zuuup " passara. Era aquela coisa me puxando para cima. De cara percebi, era um Fúria, eita bicho mal encarado. Começou me debater contra as árvores das fronteiras mágicas, não tinha outra coisa a fazer, bati minha cabeça contra ela, sua cabeça parecia uma rocha de 2000000000000 milhões de anos antes de cristo ( ^^ ), porém consegui me soltar, e assim, me equilibrando e voltando para pegar minha foice.

Contudo, recuperei com exito !

Voltei-me contra a fúria e derrepente " flaap ", uma de suas garras cortará meu braço, o sangue jorrava pela terra. Retirei meu cinto e amarrei na Hemorragia. Em seguida, voei contra a fúria, tipo assim, perseguindo-a.

Estava quase alcançando a mesma quando " zuup " uma flecha atingira o lobo frontal a Fúria. Parecia uma pomba morta caindo sobre o chão. Seu corpo se fará em pó preto na mesma hora em que tocara terra firme.

Fiquei pensa " Oque foi isso ? "

Em seguida vi oque lançara a flecha, era o filho de Atena, Bryan !

Mas algo de errado ocorrerá, o Minotauro não se transformará em cinzas como a fúria, ele permanecia ali, como um humano desmaiado, até que ... seu corpo começou a se erguer, novamente, pensei, ta de brincadeira ?

- Bryan, sai dai, rápido ! - gritei, mas era tarde demais, o Minotauro pegara Bryan, como se fosse um brinquedo.

Voei o mais rápido que pude, me aproximando do Minotauro, e pondo minha mão direito sobre ele. Fixei-me contra ele, abri minha boca, e uma névoa, sairá dela, fazendo o Minotauro soltar Bryan, e começar a sentir uma espécie de sonolência.

Aproveitei o momento e finquei minha foice em seu crânio !

O jorrar do sangue cobrirá meu rosto. Fechei minha asas, pousei, me aproximei de Bryan, e falei :

- Acho que terminamos !

Spoiler:
Poder Utilizado:

Nivel 4 - Hálito do Medo - O semideus é capaz de emitir uma névoa de sua boca. A névoa desencadeia medo e alucinações nos que entram nela ou a respiram.
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Re: Patrulha da Fronteira

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